Começaram as aulas e com elas as expectativas de um ano melhor, com melhores condições de trabalho. Quando estamos em casa vendo TV, ouvimos as falas e propagandas relacionadas a educação. Imagina-se que mudou e mudou para melhor.
Chegamos às escolas e nos deparamos com outra realidade:
*Mudança de siglas série/ano
*O material e a importância de se entregar no primeiro dia, sendo que no primeiro dia, para mim seria a apresentação dos professores para os pais e alunos e a proposta pedagógica da escola.. Não tínhamos professores em todas as salas, mas o material foi entregue..
*Professores improvisados, pois as salas que estavam sem professor, pois não houve atribuição para essas salas, foram deslocados outros profissionais para efetuar a entrega do material.
Para colocar ordem no caos, este mês está sendo de retomada do conteúdo da série anterior (ainda não era ano).
Em relação aos recursos extraclasse:
*Sala de leitura
*Sala de informática
Para os 1ºs anos, levantou-se a possibilidade de se formar uma brinquedoteca, a partir de doações, onde entraremos em contato com empresas.
A adequação do mobiliário será feita gradualmente, pois não há disponibilidade orçamentária.
Bem, o ano já começou e......ATROPELADO!!!!!
sábado, 27 de fevereiro de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Uso de meios digitais na educação pode melhorar aprendizagem
Achei este artigo interessante, pois mostra que a tecnologia pode também ser usada na alfabetização, desde os primeiros anos do ensino fundamental.
Blogs e aulas interativas incentivam participação dos alunos nas atividades escolares
A inclusão de recursos digitais em salas de aula ajuda a aumentar a comunicação entre estudantes e professores. Projetos desenvolvidos por meio de blogs e aulas interativas incentivam a maior participação dos alunos nas atividades escolares e proporcionam benefícios na aprendizagem. "Os alunos praticamente já nascem sabendo usar computadores e nada mais natural e importante do que os professores passarem a usar os recursos digitais para melhorar o aproveitamento da disciplina", afirma a professora Lina Maria Braga Mendes.
O pouco uso de meios digitais na educação foi um dos motivos que fizeram com que Lina iniciasse sua pesquisa de mestrado na Faculdade de Educação (FE) da USP, "Experiências de fronteira: os meios digitais em sala de aula", sob orientação da professora Mary Julia Martins Dietzsch. "A utilização de mídias digitais poderia começar a partir do primeiro ano do ensino fundamental. Desde muito cedo as crianças têm contato com computadores em casa", ressalta a pesquisadora.
As experiências começaram por meio da implementação de blogs em projetos desenvolvidos com turmas de ensino fundamental de um colégio particular de São Paulo. "Há vários tipos de trabalho que o professor pode desenvolver com blogs. Podemos criar um blog de disciplina, em que o professor e alguns alunos teriam acesso à edição. Há também o blog do professor, no qual só ele entra para publicar textos interessantes relacionados ao assunto da aula, além de manter contato com o aluno fora da sala, e ainda o blog de aluno, em que os estudantes publicam os trabalhos que realizam e o professor entra com comentários", explica Lina.
Entre os principais benefícios dos meios digitais nas escolas estão o aumento do diálogo entre professores e alunos e a ampliação do espaço da sala de aula, já que o contato passa a ser também fora do horário escolar. Além disso, os recursos disponíveis nos computadores e na internet fazem com que os estudantes tenham mais prazer em assistir às aulas e interajam de modo mais efetivo.
"Quando saímos da sala de aula, que muitas vezes conta apenas com o giz e a lousa, e vamos para o computador já temos inicialmente o recurso da imagem e do movimento. É possível usar vídeo, áudio, fotografia e outros recursos para mostrar mais detalhes e curiosidades sobre o assunto estudado. Isso faz com que os alunos prestem mais atenção nas aulas e saiam do espaço imaginário, intangível, representado por um mapa de um livro, e adentrem o espaço real, visível no Google Earth, por exemplo", explica a pesquisadora.
Barreira da linguagem
Apesar de os alunos terem crescido em frente aos computadores, Lina afirma que muitos têm dificuldades com a linguagem do mundo digital. "A experiência que tivemos com a leitura de adaptações literárias para a internet, por exemplo, foi um pouco complicada, pois os alunos - apesar de passarem horas a fio todos os dias na rede - não conhecem a linguagem do meio em que navegam e alguns acabaram não compreendendo sequer o enredo da obra", diz.
Um ponto positivo do uso de meios digitais nas salas de aulas é mostrar aos estudantes as diferenças existentes em cada uma das linguagens que utilizamos. Segundo a pesquisadora, "a linguagem de um livro impresso é diferente daquela usada em um vídeo, por exemplo. Do mesmo modo, não podemos confundir o que é feito para o meio digital com o que se destina à publicação em papel. Muitas pessoas afirmam categoricamente que a linguagem de internet, com suas abreviações e símbolos, atrapalha a escrita, mas é preciso perceber que ela é apenas uma outra linguagem, destinada, portanto, a outras situações de uso que não as que acontecem na sala de aula. O aluno deve entender isso e utilizá-la apenas naquele meio."
Da USP
Blogs e aulas interativas incentivam participação dos alunos nas atividades escolares
A inclusão de recursos digitais em salas de aula ajuda a aumentar a comunicação entre estudantes e professores. Projetos desenvolvidos por meio de blogs e aulas interativas incentivam a maior participação dos alunos nas atividades escolares e proporcionam benefícios na aprendizagem. "Os alunos praticamente já nascem sabendo usar computadores e nada mais natural e importante do que os professores passarem a usar os recursos digitais para melhorar o aproveitamento da disciplina", afirma a professora Lina Maria Braga Mendes.
O pouco uso de meios digitais na educação foi um dos motivos que fizeram com que Lina iniciasse sua pesquisa de mestrado na Faculdade de Educação (FE) da USP, "Experiências de fronteira: os meios digitais em sala de aula", sob orientação da professora Mary Julia Martins Dietzsch. "A utilização de mídias digitais poderia começar a partir do primeiro ano do ensino fundamental. Desde muito cedo as crianças têm contato com computadores em casa", ressalta a pesquisadora.
As experiências começaram por meio da implementação de blogs em projetos desenvolvidos com turmas de ensino fundamental de um colégio particular de São Paulo. "Há vários tipos de trabalho que o professor pode desenvolver com blogs. Podemos criar um blog de disciplina, em que o professor e alguns alunos teriam acesso à edição. Há também o blog do professor, no qual só ele entra para publicar textos interessantes relacionados ao assunto da aula, além de manter contato com o aluno fora da sala, e ainda o blog de aluno, em que os estudantes publicam os trabalhos que realizam e o professor entra com comentários", explica Lina.
Entre os principais benefícios dos meios digitais nas escolas estão o aumento do diálogo entre professores e alunos e a ampliação do espaço da sala de aula, já que o contato passa a ser também fora do horário escolar. Além disso, os recursos disponíveis nos computadores e na internet fazem com que os estudantes tenham mais prazer em assistir às aulas e interajam de modo mais efetivo.
"Quando saímos da sala de aula, que muitas vezes conta apenas com o giz e a lousa, e vamos para o computador já temos inicialmente o recurso da imagem e do movimento. É possível usar vídeo, áudio, fotografia e outros recursos para mostrar mais detalhes e curiosidades sobre o assunto estudado. Isso faz com que os alunos prestem mais atenção nas aulas e saiam do espaço imaginário, intangível, representado por um mapa de um livro, e adentrem o espaço real, visível no Google Earth, por exemplo", explica a pesquisadora.
Barreira da linguagem
Apesar de os alunos terem crescido em frente aos computadores, Lina afirma que muitos têm dificuldades com a linguagem do mundo digital. "A experiência que tivemos com a leitura de adaptações literárias para a internet, por exemplo, foi um pouco complicada, pois os alunos - apesar de passarem horas a fio todos os dias na rede - não conhecem a linguagem do meio em que navegam e alguns acabaram não compreendendo sequer o enredo da obra", diz.
Um ponto positivo do uso de meios digitais nas salas de aulas é mostrar aos estudantes as diferenças existentes em cada uma das linguagens que utilizamos. Segundo a pesquisadora, "a linguagem de um livro impresso é diferente daquela usada em um vídeo, por exemplo. Do mesmo modo, não podemos confundir o que é feito para o meio digital com o que se destina à publicação em papel. Muitas pessoas afirmam categoricamente que a linguagem de internet, com suas abreviações e símbolos, atrapalha a escrita, mas é preciso perceber que ela é apenas uma outra linguagem, destinada, portanto, a outras situações de uso que não as que acontecem na sala de aula. O aluno deve entender isso e utilizá-la apenas naquele meio."
Da USP
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
ORIENTAÇÃO SOBRE PLANEJAMENTO
Achei um tópico interessante sobre planejamento, onde envolve os três eixos da escola:
GESTÃO COORDENAÇÃO PROFESSOR EM SALA DE AULA
Aqui existem tópicos que devem sim serem discutidos señão no planejamento em três dias e sem muitos professores, mas durante os HTPC's desenvolvidos. Nesses tópicos existem questões que devem sim serem discutidas por todos os seguimentos e dai sim, poderemos fazer um plano para a escola, a partir da realidade da mesma.
O QUE CADA UNIDADE ESCOLAR PRECISA GARANTIR NO PLANEJAMENTO 2010
Organizar momentos coletivos para discussão de:
1- Questões ligadas à gestão da escola:
Dar ciência a todos sobre documentos oficiais da SEE/CENP/FDE;
Integração da equipe: acolhimento dos professores; envolver a coordenação pedagógica, os professores e os funcionários no processo de discussão das questões gerais do ano letivo;
Análise da Proposta Pedagógica para adequações necessárias;
Organização dos espaços e ambientes (especialmente do 1º ano);
Socialização e incentivo para uso dos materiais do Programa e outros de que a escola dispõe;
Organização das HTPC: que seja um espaço efetivo de discussão de situações didáticas ajustadas às necessidades de aprendizagem dos alunos e também como espaço de formação;
Apresentar um balanço das metas que foram alcançadas e das que não foram, relacionando-as com os índices da escola nas avaliações institucionais (IDESP) e avaliações internas (sondagem/conselhos de série);
Promover a construção de combinados da equipe escolar;
Informar sobre a constituição das classes e a distribuição dos alunos;
Apresentar os materiais disponíveis: acervo literário, materiais do Programa Ler e Escrever, tecnológicos, espaços pedagógicos disponíveis;
2 - Questões ligadas à Coordenação Pedagógica
Plano de Ensino: o plano de ensino deve estar focado nas necessidades de aprendizagem apontadas pelas avaliações e orientado pelas Expectativas de Aprendizagem e uso do material como apoio didático;
Organização de situações diagnósticas: orientações para elaboração e análise, bem como de instrumentos de registro para acompanhamento;
Critérios e combinados para organização de grupos de apoio;
Dinâmica de funcionamento das salas de PIC;
Desempenho dos estudantes (mapas de sondagem/resultados internos); pontos que concentram dificuldades de aprendizagem; estratégias que funcionaram ou não;
Definir as metas por disciplina ou área de estudo;
Buscar consenso em torno das propostas pedagógicas (expectativas de aprendizagens/concepções) e formas de avaliação;
Planejamento do acolhimento dos alunos no primeiro dia de aula;
Discutir as orientações curriculares (expectativas de aprendizagem) elegendo conteúdos e situações didáticas ajustados às necessidades de aprendizagem dos alunos;
Discutir reunião de pais (definição do que precisam ser informados), entrega da “cartilha aos pais”;
Plano anual e eleição de conteúdos: coordenador e professores – o planejamento passa a ser operado entre as classes.
3 - Questões ligadas ao/] Plano de Ensino de cada professor
Rever a abordagem dos conteúdos nas diferentes modalidades organizativas;
Analisar registros sobre a aprendizagem dos alunos (conselhos de série/SARESP);
Preparar, aplicar e analisar resultados de situações diagnósticas;
Âmbito da sala de aula: o professor organiza e detalha o trabalho; foco na classe;
Planejar as primeiras semanas e o diagnóstico;
Montar a rotina semanal;
Preparar as atividades;
Levantar os recursos materiais para as aulas;
Prever como serão as reuniões de pais.
Equipe do Ensino Fundamental Ciclo I
GESTÃO COORDENAÇÃO PROFESSOR EM SALA DE AULA
Aqui existem tópicos que devem sim serem discutidos señão no planejamento em três dias e sem muitos professores, mas durante os HTPC's desenvolvidos. Nesses tópicos existem questões que devem sim serem discutidas por todos os seguimentos e dai sim, poderemos fazer um plano para a escola, a partir da realidade da mesma.
Planejamento Escolar 2010
ORIENTAÇÕES DO EF CICLO I PARA ORGANIZAÇÃO DO
PLANEJAMENTO ESCOLAR 2010
O QUE CADA UNIDADE ESCOLAR PRECISA GARANTIR NO PLANEJAMENTO 2010
Organizar momentos coletivos para discussão de:
1- Questões ligadas à gestão da escola:
Dar ciência a todos sobre documentos oficiais da SEE/CENP/FDE;
Integração da equipe: acolhimento dos professores; envolver a coordenação pedagógica, os professores e os funcionários no processo de discussão das questões gerais do ano letivo;
Análise da Proposta Pedagógica para adequações necessárias;
Organização dos espaços e ambientes (especialmente do 1º ano);
Socialização e incentivo para uso dos materiais do Programa e outros de que a escola dispõe;
Organização das HTPC: que seja um espaço efetivo de discussão de situações didáticas ajustadas às necessidades de aprendizagem dos alunos e também como espaço de formação;
Apresentar um balanço das metas que foram alcançadas e das que não foram, relacionando-as com os índices da escola nas avaliações institucionais (IDESP) e avaliações internas (sondagem/conselhos de série);
Promover a construção de combinados da equipe escolar;
Informar sobre a constituição das classes e a distribuição dos alunos;
Apresentar os materiais disponíveis: acervo literário, materiais do Programa Ler e Escrever, tecnológicos, espaços pedagógicos disponíveis;
2 - Questões ligadas à Coordenação Pedagógica
Plano de Ensino: o plano de ensino deve estar focado nas necessidades de aprendizagem apontadas pelas avaliações e orientado pelas Expectativas de Aprendizagem e uso do material como apoio didático;
Organização de situações diagnósticas: orientações para elaboração e análise, bem como de instrumentos de registro para acompanhamento;
Critérios e combinados para organização de grupos de apoio;
Dinâmica de funcionamento das salas de PIC;
Desempenho dos estudantes (mapas de sondagem/resultados internos); pontos que concentram dificuldades de aprendizagem; estratégias que funcionaram ou não;
Definir as metas por disciplina ou área de estudo;
Buscar consenso em torno das propostas pedagógicas (expectativas de aprendizagens/concepções) e formas de avaliação;
Planejamento do acolhimento dos alunos no primeiro dia de aula;
Discutir as orientações curriculares (expectativas de aprendizagem) elegendo conteúdos e situações didáticas ajustados às necessidades de aprendizagem dos alunos;
Discutir reunião de pais (definição do que precisam ser informados), entrega da “cartilha aos pais”;
Plano anual e eleição de conteúdos: coordenador e professores – o planejamento passa a ser operado entre as classes.
3 - Questões ligadas ao/] Plano de Ensino de cada professor
Rever a abordagem dos conteúdos nas diferentes modalidades organizativas;
Analisar registros sobre a aprendizagem dos alunos (conselhos de série/SARESP);
Preparar, aplicar e analisar resultados de situações diagnósticas;
Âmbito da sala de aula: o professor organiza e detalha o trabalho; foco na classe;
Planejar as primeiras semanas e o diagnóstico;
Montar a rotina semanal;
Preparar as atividades;
Levantar os recursos materiais para as aulas;
Prever como serão as reuniões de pais.
Equipe do Ensino Fundamental Ciclo I
domingo, 14 de fevereiro de 2010
PLANEJAMENTO: O TUDO DE NOVO.....................
2010 chegou e com ele, o início do ano letivo. Voltamos e escola, com pessoas, recursos, sonhos, objetivos, metas e principalmente, vontade de por ordem no caos em que está a nossa educação. No planejamento, fizemos uma sensibilização sobre uma grande viagem que deveremos fazer durante esse ano. Nessa viagem, levamos o que temos de real, em termos de material e humano e principalmente os nossos objetivos.
Quando chegamos lá, deparamos com a realidade local que, nem sempre é o que esperamos com incertezas e principalmente distorções em relação as nossas expectativas. Por isso, temos de fazer um planejamento dessa viagem.
O planejamento é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social.
Os elementos do planejamento escolar – objetivos, conteúdos, métodos – estão recheados de implicações sociais, inclusive com significado político, pois é uma atividade de reflexão acerca de nossas opções e ações, caso contrário ficará entregue aos rumos estabelecidos pelos interesses dominantes na sociedade.
Um plano escolar requer:
*Pesquisar sempre
*Ser criativo na elaboração da aula
*Estabelecer prioridades e limites
*Estar aberto para acolher o aluno e a sua realidade
*O conteúdo de cada ano
*Os objetivos e o compromisso pessoal com o ensino
*As condições objetivas de trabalho
*Os objetivos educacionais da escola e seu projeto pedagógico
*As características e necessidades de aprendizagem dos alunos.
Disciplina: Tema: Série: Turma:
Data: Duração:
Objetivos:
Esquema do conteúdo:
Descrição do desenvolvimento metodológico
Recursos metodológicos
Avaliação do trabalho
Itens que devem ser integrados com todas as áreas do conhecimento:
Quando chegamos lá, deparamos com a realidade local que, nem sempre é o que esperamos com incertezas e principalmente distorções em relação as nossas expectativas. Por isso, temos de fazer um planejamento dessa viagem.
O planejamento é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social.
Os elementos do planejamento escolar – objetivos, conteúdos, métodos – estão recheados de implicações sociais, inclusive com significado político, pois é uma atividade de reflexão acerca de nossas opções e ações, caso contrário ficará entregue aos rumos estabelecidos pelos interesses dominantes na sociedade.
Um plano escolar requer:
*Pesquisar sempre
*Ser criativo na elaboração da aula
*Estabelecer prioridades e limites
*Estar aberto para acolher o aluno e a sua realidade
*O conteúdo de cada ano
*Os objetivos e o compromisso pessoal com o ensino
*As condições objetivas de trabalho
*Os objetivos educacionais da escola e seu projeto pedagógico
*As características e necessidades de aprendizagem dos alunos.
Disciplina: Tema: Série: Turma:
Data: Duração:
Objetivos:
Esquema do conteúdo:
Descrição do desenvolvimento metodológico
Recursos metodológicos
Avaliação do trabalho
Itens que devem ser integrados com todas as áreas do conhecimento:
- Introdução ao assunto:
- Desenvolvimento do conteúdo:
- Síntese Integradora:
sábado, 13 de fevereiro de 2010
O PAPEL DO PROFESSOR NAS TIC’S
O ato de educar é ajudar a encontrar uma lógica dentro do caos de informações que temos organizá-las e compreende-las. Compreender é organizar, sistematizar, comparar, avaliar, contextualizar. Em uma dimensão pedagógica, o professor procura questionar essa compreensão, criar uma tensão para superá-la, para modificá-la, para avançar para novas sínteses, outros momentos e formas de compreensão. Assim se dá a educação.
As tecnologias nos ajudam a encontrar o que está consolidado e a organizar o que está confuso, caótico, disperso. Por isso é tão importante dominar ferramentas de busca da informação e saber interpretar o que se escolhe, adaptá-lo ao contexto pessoal e regional e situar cada informação dentro do universo de referências pessoais. O foco da aprendizagem é a busca da informação significativa, da pesquisa, o desenvolvimento de projetos e não predominantemente a transmissão de conteúdos específicos. As aulas se estruturam em projetos e em conteúdos. A Internet está se tornando uma mídia fundamental para a pesquisa.
O educador continua sendo importante, não como informador nem como papagaio repetidor de informações prontas, mas como mediador e organizador de processos. O professor é um pesquisador – junto com os alunos – e articulador de aprendizagens ativas, um conselheiro de pessoas diferentes, um avaliador dos resultados. O papel dele é mais nobre, menos repetitivo e mais criativo do que na escola convencional.
As políticas sociais vêm transformando as relações de trabalho, através da inserção das tecnologias digitais, de forma significativa no cotidiano dos profissionais de todas as áreas. Impulsionado pelos avanços tecnológicos, o professor modifica sua prática pedagógica, utilizando-se de ferramentas que não tem conhecimento, em nome do valor dado ao acesso rápido e estratégico de informações.
Com relação à prática pedagógica, por mais que a educação se transforme com um emprego de novas metodologias e tecnologias, o professor, através da sua postura e do seu conhecimento, é quem efetiva a utilização desse aparato tecnológico e científico. Dessa forma, redimensiona o seu papel, deixando de ser o transmissor de conhecimento para ser o estimulador. “O professor se transforma agora no estimulador da curiosidade do aluno por querer conhecer, por pesquisar, por buscar a informação mais relevante”.(Moran, 1995).
As tecnologias nos ajudam a encontrar o que está consolidado e a organizar o que está confuso, caótico, disperso. Por isso é tão importante dominar ferramentas de busca da informação e saber interpretar o que se escolhe, adaptá-lo ao contexto pessoal e regional e situar cada informação dentro do universo de referências pessoais. O foco da aprendizagem é a busca da informação significativa, da pesquisa, o desenvolvimento de projetos e não predominantemente a transmissão de conteúdos específicos. As aulas se estruturam em projetos e em conteúdos. A Internet está se tornando uma mídia fundamental para a pesquisa.
O educador continua sendo importante, não como informador nem como papagaio repetidor de informações prontas, mas como mediador e organizador de processos. O professor é um pesquisador – junto com os alunos – e articulador de aprendizagens ativas, um conselheiro de pessoas diferentes, um avaliador dos resultados. O papel dele é mais nobre, menos repetitivo e mais criativo do que na escola convencional.
As políticas sociais vêm transformando as relações de trabalho, através da inserção das tecnologias digitais, de forma significativa no cotidiano dos profissionais de todas as áreas. Impulsionado pelos avanços tecnológicos, o professor modifica sua prática pedagógica, utilizando-se de ferramentas que não tem conhecimento, em nome do valor dado ao acesso rápido e estratégico de informações.
Com relação à prática pedagógica, por mais que a educação se transforme com um emprego de novas metodologias e tecnologias, o professor, através da sua postura e do seu conhecimento, é quem efetiva a utilização desse aparato tecnológico e científico. Dessa forma, redimensiona o seu papel, deixando de ser o transmissor de conhecimento para ser o estimulador. “O professor se transforma agora no estimulador da curiosidade do aluno por querer conhecer, por pesquisar, por buscar a informação mais relevante”.(Moran, 1995).
domingo, 10 de janeiro de 2010
MUDANÇA 2010
MUDANÇAS
Pessoas sonham por liberdade, mas aprisionam pássaros.
Pessoas sonham por igualdade, mas alimentam diferenças.
Pessoas sonham com a paz, mas criam guerras.
Só sonhar não adianta nada se não temos ação.
Entramos em contradição.
Deus nos deu o dom do pensamento.
Pratique o bem para evitar o sofrimento.
Faça a mudança do nosso mundo, começando a mudar seu interior.
Encontre seus defeitos para corrigi-los.
Seja maduro corrigindo seus erros; a maturidade se alcança com humildade.
Você precisa domar seu egoísmo.
No jardim da mente plante a bondade; deseje o bem para ser abençoado, e do céu cairá frutos da felicidade.
A luz que cura está na consciência.
Se você pode refletir será capaz de mudar; pensar em mudar é o primeiro passo.
A mudança não acontecerá em um só dia, a mudança não dependerá de uma só pessoa; precisamos de todos os dias e todas as pessoas.
Com amor ensine as crianças que somos todos iguais e com fins diferentes.
Todos os seres têm sua finalidade; estão em harmonia como uma sinfonia.
Em algum lugar não distante alguém precisa da sua mão.
Você pode salvar vidas..
Com fé faça essa mudança.
Nosso mundo está chorando, mas nós precisamos de dedos e mudanças.
Ninguém facilita o desenvolvimento daquilo que não teve oportunidade de aprimorar em si mesmo.
Ninguém promove a aprendizagem daquilo que não domina, a constituição de significados que não compreende e nem a autonomia que não pôde construir.
Buscar a competência em seu ofício é característica de qualquer bom profissional.
Competências de referência
Competências mais específicas a serem trabalhadas em formação contínua (exemplos)
1. Organizar e animar situações de aprendizagem
• Conhecer, em uma determinada disciplina, os conteúdos a ensinar e sua tradução em objetivos de aprendizagem.
• Trabalhar a partir das representações dos alunos.
• Trabalhar a partir dos erros e obstáculos à aprendizagem.
• Construir e planejar dispositivos e seqüências didáticas.
• Comprometer os alunos em atividades de pesquisa, em projetos de conhecimento.
2. Gerir a progressão das aprendizagens
• Conceber e gerir situações-problema ajustadas aos níveis e possibilidades dos alunos.
• Adquirir uma visão longitudinal dos objetivos do ensino primário.
• Estabelecer laços com teorias subjacentes às atividades de aprendizagem.
• Observar e avaliar os alunos em situações de aprendizagem, segundo uma abordagem formativa.
• Estabelecer balanços periódicos de competências e tomar decisões de progressão.
3. Conceber e fazer evoluir dispositivos de diferenciação
• Gerir a heterogeneidade dentro de uma classe.
• Ampliar a gestão da classe para um espaço mais vasto.
• Praticar o apoio integrado, trabalhar com alunos em grande dificuldade.
• Desenvolver a cooperação entre alunos e certas formas simples de ensino mútuo.
4. Implicar os alunos em sua aprendizagem e em seu trabalho
• Suscitar o desejo de aprender, explicitar a relação com os conhecimentos, o sentido do trabalho escolar e desenvolver a capacidade de auto-avaliação na criança.
• Instituir e fazer funcionar um conselho de alunos (conselho de classe ou da escola) e negociar com os alunos diversos tipos de regras e contratos.
• Oferecer atividades de formação opcionais, à Ia carte.
• Favorecer a definição de um projeto pessoal do aluno.
5. Trabalhar em equipe
• Elaborar um projeto de equipe, representações comuns.
• Animar um grupo de trabalho, conduzir reuniões.
• Formar e renovar uma equipe pedagógica.
• Confrontar e analisar juntos situações complexas, práticas e problemas profissionais.
• Administrar crises ou conflitos entre pessoas.
6. Participar da gestão da escola
• Elaborar, negociar um projeto da escola.
• Gerir os recursos da escola.
• Coordenar, animar uma escola com todos os parceiros (paraescolares, bairro, associações de pais, professores de língua e cultura de origem).
• Organizar e fazer evoluir, dentro da escola, a participação dos alunos.
7. Informar e implicar os pais
• Animar reuniões de informação e de debate.
• Conduzir entrevistas.
• Implicar os pais na valorização da construção dos conhecimentos.
8. Utilizar tecnologias novas
• Utilizar softwares de edição de documentos.
• Explorar as potencialidades didáticas do softwares em relação aos objetivos das áreas de ensino.
• Promover a comunicação a distância através da telemática.
• Utilizar instrumentos multimídia no ensino.
9. Enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão
• Prevenir a violência na escola e na cidade.
• Lutar contra os preconceitos e as discriminações sexuais, étnicas e sociais.
• Participar da implantação de regras da vida comum envolvendo a disciplina na escola, as sanções e a apreciação de condutas.
• Analisar a relação pedagógica, a autoridade, a comunicação em classe.
• Desenvolver o sentido de responsabilidade, a solidariedade e o sentimento de justiça.
10. Gerir sua própria formação contínua
• Saber explicitar as próprias práticas.
• Estabelecer seu próprio balanço de competências e seu programa pessoal de formação contínua.
• Negociar um projeto de formação comum com colegas (equipe, escola, rede).
• Envolver-se nas tarefas na escala de um tipo de ensino ou do DIP.
• Acolher e participar da formação dos colegas.
Publicação: Série Idéias n. 30. São Paulo: FDE, 1998.
Páginas: 205-251
A partir daí sim, ir a busca de um novo modelo profissional que se ajuste ao meu perfil como pessoa, pois o fato de você ter de mudar alguns “paradigmas”, vindos de sua formação, não quer dizer que você se “despersonalize”.
Você é o mesmo, mas com uma prática pedagógica diferente
sábado, 2 de janeiro de 2010
LETRAMENTO DIGITAL; DESAFIOS
Um ensino educacional pode sim ser consistente em seus objetivos e metodologias, sem nenhum recurso tecnológico, porém ao incorporar um trabalho à distancia, em meio virtual, precisa necessariamente de um planejamento que e desenvolva a aprendizagem no âmbito do letramento digital.
O uso da Internet na educação potencializa o alcance dos objetivos pedagógicos, proporcionando aprendizagens específicas na âmbito do letramento digital. Podem ser sistematizados em três aspectos:
Aprender a pesquisar
Diante de uma grande quantidade de informações veiculadas na Internet, é preciso formar o leitor para selecioná-las. Que sites trazem informações mais confiáveis, por exemplo, em caso de pesquisa? Quais conteúdos de domínio público podem ser usados sem problemas de direitos autorais? Que locais na rede oferecem informações culturais ou científicas qualificadas? Essas são algumas das questões que podem nortear o trabalho com leitura crítica de conteúdos da Internet, para possibilitar que o aluno desenvolva sua capacidade de seleção de informações.
Esse trabalho de pesquisa na Internet envolve processos cognitivos, tais como levantamento de hipóteses, análise, comparação e síntese, além de habilidades para leitura de textos não-lineares, como hipertextos, e aqueles que se articulam também com imagem, áudio e vídeo.
Aprender a publicar
Uma possibilidade importante na Internet é a facilidade de publicação e difusão de qualquer tipo de conteúdo (texto, imagem, áudio ou vídeo). No meio digital, pode-se publicar a partir de soluções sofisticadas ou simples, como as ferramentas para construção de blogs, voltadas principalmente para o público leigo. Essa característica contribui para o desenvolvimento de projetos pedagógicos em que professores e alunos produzam trabalhos que os qualifiquem como autores, e não como meros consumidores de informação.
Contudo, a publicação de conteúdos na Internet escapa à avaliação e ao controle de qualidade. As pessoas podem publicar o que quiserem e deixar disponível para qualquer um ler e decidir individualmente sobre sua qualidade. Para assegurar qualidade no uso educacional desse recurso, é necessário orientar os alunos a planejar o que será divulgado, definir tamanhos e tipos de documentos, a navegação entre eles, num trabalho que envolve produção e edição de informações. É preciso que o aluno tenha algo importante a dizer e a publicar, e que se veja como autor.
Aprender a comunicar-se digitalmente
Ambientes interativos como fóruns, salas de bate-papo e listas de discussão são os mais populares na Internet. Todos têm a finalidade de colocar grupos de pessoas em comunicação, mas as características de cada um os tornam mais adequados a este ou àquele tipo de uso.
Do ponto de vista da educação, representam uma oportunidade para os professores trabalharem com seus alunos as habilidades de comunicação e expressão e suas particularidades no meio digital. Além disso, possibilitam a realização de trabalhos colaborativos, intercâmbios, debates, grupos de estudos, entrevistas etc.
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