Esses materiais complementares, a sua função é o de oferecer a alunos e professores alternativas de trabalho e formas de acesso a conteúdos curriculares que as coleções didáticas não trazem.
Temos dois tipos de materiais disponíveis:
Disciplinares: para usos específicos de uma determinada disciplina.
Não disciplinares: para abordar o trabalho didático-pedagógico com os primeiros conhecimentos organizados em áreas e/ou disciplinas.
O material não é um roteiro para o professor seguir em suas respectivas aulas, mas sim um material que pretende seduzir, informar, divertir, convencer o público leitor, abordando apenas certos temas ou conteúdos, onde desperta a experiência cultural.
Ninguém se forma como leitor se não interagir, pelo convívio e pela leitura, com os agentes do livro. Pensando em um convívio íntimo e cotidiano com as crianças em sua própria sala de aula, os acervos são verdadeiras janelas, de onde o aluno da escola pública poderá, exatamente como a criança freqüentadora de livrarias, ter uma visão representativa do que a cultura da escrita lhe reserva de interessante.
sábado, 20 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR PARA O FUNDAMENTAL DE 9 ANOS
Nossas redes públicas encontram-se num período de reorganização desse nível de ensino, com a chegada da criança de 6 anos e a necessidade de se reorganizar também as práticas didático-pedagógicas já estabelecidas.
No novo sistema de ensino, nos anos iniciais, faz-se necessário integrar aspectos de educação infantil.
No sistema anterior, fazia-se a alfabetização em um semestre, ou seja, a apropriação da leitura e escrita. Somente após esse período é que o aluno era trabalhado nos primeiros conhecimentos disciplinares, onde se dava o ensino-aprendizagem de leitura e escrita.
O funcionamento dos anos iniciais de 1º ao 5º, podemos organizar assim:
1º ano: alfabetização lingüística e alfabetização matemática.
2º ano: alfabetização lingüística e alfabetização matemática e também ciências, história e geografia.
A partir do 3º ano; colocar história, geografia, ciências, matemática e língua portuguesa, consolidando o processo de ensino-aprendizagem, articulando com a introdução dos conhecimentos organizados por disciplinas.
No novo sistema de ensino, nos anos iniciais, faz-se necessário integrar aspectos de educação infantil.
No sistema anterior, fazia-se a alfabetização em um semestre, ou seja, a apropriação da leitura e escrita. Somente após esse período é que o aluno era trabalhado nos primeiros conhecimentos disciplinares, onde se dava o ensino-aprendizagem de leitura e escrita.
O funcionamento dos anos iniciais de 1º ao 5º, podemos organizar assim:
1º ano: alfabetização lingüística e alfabetização matemática.
2º ano: alfabetização lingüística e alfabetização matemática e também ciências, história e geografia.
A partir do 3º ano; colocar história, geografia, ciências, matemática e língua portuguesa, consolidando o processo de ensino-aprendizagem, articulando com a introdução dos conhecimentos organizados por disciplinas.
domingo, 14 de março de 2010
A formação do professor do aluno de seis anos do Ensino Fundamental
Quem é o professor das crianças de seis anos que ingressam no Ensino
Fundamental?
Quais os conhecimentos necessários ao desenvolvimento desse trabalho?
Qual a formação que será exigida desse profissional educador?
É essencial que esse professor esteja sintonizado com os aspectos relativos aos cuidados e à educação dessas crianças, seja portador ou esteja receptivo ao conhecimento das diversas dimensões que as constituem no seu aspecto físico, cognitivo-lingüístico, emocional, social e afetivo. Nessa perspectiva, é essencial assegurar ao professor programas de formação continuada, privilegiando a especificidade do exercício docente em turmas que atendem a crianças de seis anos.
A natureza do trabalho docente requer um continuado processo de formação dos sujeitos sociais historicamente envolvidos com a ação pedagógica, sendo
indispensável o desenvolvimento de atitudes investigativas, de alternativas
pedagógicas e metodológicas na busca de uma qualidade social da educação.
Não há nenhum modelo a ser seguido, nem perfil ou estereótipo profissional a ser buscado. Entretanto, como analisa Ilma Passos Alencastro Veiga9, “o projeto pedagógico da formação, alicerçado na concepção do professor como agente social, deixa claro que é o exercício da profissão do magistério que constitui verdadeiramente a referência central tanto da formação inicial e continuada como da pesquisa em educação. Por isso, não há formação e prática pedagógica definitivas: há um processo de criação constante e infindável, necessariamente refletido e questionado.
Assegurar essa formação tem sido o desafio de todos os sistemas. Uma formação sensível aos aspectos da vida diária do profissional, especialmente no tocante às capacidades, atitudes, valores, princípios e concepções que norteiam a prática pedagógica. Promover a formação continuada e coletiva é uma atitude gerencial indispensável para o desenvolvimento de um trabalho pedagógico qualitativo que efetivamente promova a aprendizagem dos alunos.
A formação oferecida fora da escola, por meio de cursos, é de grande relevância para o aprimoramento profissional, podendo, inclusive, consolidar o processo de acompanhamento sistemático das redes de ensino estaduais e municipais, mediante discussões com os profissionais docentes.
No entanto, é decisivo o papel que o profissional da educação realiza no dia-a-dia da escola. Esse fazer precisa ser objeto de reflexão, de estudos, de planejamentos e de ações coletivas, no interior da escola, de modo intimamente ligado às vivências cotidianas.
A freqüência de encontros sistemáticos e coletivos para estudos e proposições
permite uma articulação indissociada entre teoria e prática. As experiências revelam que essa estratégia, além de mais bem qualificar o trabalho pedagógico, ainda democratiza as relações intra-escolares, na medida em que oferece oportunidades semelhantes ao grupo de profissionais da escola.
A reflexão dos profissionais da educação sobre a sua prática pedagógica para a construção de um projeto político-pedagógico autônomo, bem como a implementação das diretrizes de democracia do acesso, condições para permanência e de democracia da gestão, são essenciais para a qualidade social da educação.
É essa a escola que o governo está construindo com os profissionais da educação.?
Fundamental?
Quais os conhecimentos necessários ao desenvolvimento desse trabalho?
Qual a formação que será exigida desse profissional educador?
É essencial que esse professor esteja sintonizado com os aspectos relativos aos cuidados e à educação dessas crianças, seja portador ou esteja receptivo ao conhecimento das diversas dimensões que as constituem no seu aspecto físico, cognitivo-lingüístico, emocional, social e afetivo. Nessa perspectiva, é essencial assegurar ao professor programas de formação continuada, privilegiando a especificidade do exercício docente em turmas que atendem a crianças de seis anos.
A natureza do trabalho docente requer um continuado processo de formação dos sujeitos sociais historicamente envolvidos com a ação pedagógica, sendo
indispensável o desenvolvimento de atitudes investigativas, de alternativas
pedagógicas e metodológicas na busca de uma qualidade social da educação.
Não há nenhum modelo a ser seguido, nem perfil ou estereótipo profissional a ser buscado. Entretanto, como analisa Ilma Passos Alencastro Veiga9, “o projeto pedagógico da formação, alicerçado na concepção do professor como agente social, deixa claro que é o exercício da profissão do magistério que constitui verdadeiramente a referência central tanto da formação inicial e continuada como da pesquisa em educação. Por isso, não há formação e prática pedagógica definitivas: há um processo de criação constante e infindável, necessariamente refletido e questionado.
Assegurar essa formação tem sido o desafio de todos os sistemas. Uma formação sensível aos aspectos da vida diária do profissional, especialmente no tocante às capacidades, atitudes, valores, princípios e concepções que norteiam a prática pedagógica. Promover a formação continuada e coletiva é uma atitude gerencial indispensável para o desenvolvimento de um trabalho pedagógico qualitativo que efetivamente promova a aprendizagem dos alunos.
A formação oferecida fora da escola, por meio de cursos, é de grande relevância para o aprimoramento profissional, podendo, inclusive, consolidar o processo de acompanhamento sistemático das redes de ensino estaduais e municipais, mediante discussões com os profissionais docentes.
No entanto, é decisivo o papel que o profissional da educação realiza no dia-a-dia da escola. Esse fazer precisa ser objeto de reflexão, de estudos, de planejamentos e de ações coletivas, no interior da escola, de modo intimamente ligado às vivências cotidianas.
A freqüência de encontros sistemáticos e coletivos para estudos e proposições
permite uma articulação indissociada entre teoria e prática. As experiências revelam que essa estratégia, além de mais bem qualificar o trabalho pedagógico, ainda democratiza as relações intra-escolares, na medida em que oferece oportunidades semelhantes ao grupo de profissionais da escola.
A reflexão dos profissionais da educação sobre a sua prática pedagógica para a construção de um projeto político-pedagógico autônomo, bem como a implementação das diretrizes de democracia do acesso, condições para permanência e de democracia da gestão, são essenciais para a qualidade social da educação.
É essa a escola que o governo está construindo com os profissionais da educação.?
sábado, 6 de março de 2010
ORGANIZAÇÃO DO MATERIAL NAS SALAS DE AULA
Com essa mudança no ensino fundamental de 9 anos, mudou-se o perfil do aluno, pois ele chega ao ensino fundamental mais novo e mais imaturo. As escolas não estão preparadas para recebê-los, mas sim, podemos fazer algumas adaptações.
PERFIL 1ºano 1ª série 2ª série 3º série 4ª série
DO ALUNO
6 anos 7 anos 8 anos 9 anos 10 anos
MATERIAL
Livros didáticos Cartilha 2º ano 3º ano 4º ano 5º ano
Porta de Papel
Livros do Ler e Escrever
(paradidáticos)
Distribuir os livros nos anos,
na ordem crescente de X X X X X
dificuldade de leitura, assim,
os livros com leituras curtas
e fáceis, ficam com os alunos
menores.
Letras móveis X X X
Material dourado X X X X X
Produção de texto Seqüencia lógica X X X
Gibis X X
Revista Recreio X X
Esse material fica na sala de aula com o professor.
Alem desse material, estamos disponibilizando um material de recursos para todas as aulas, como por exemplo:
*Mapas
*Globo terrestre
*Maquetes de cidade e campo
*Jogos Pedagógicos: Palavras cruzadas, Bingo, Vocabulário, Ortografia
*Fantoches para teatro.
Com a distribuição deste material, podemos montar mais três espaços para atividades extra-classe.
SALA DE LEITURA SALA DE INFORMÁTICA BRINQUEDOTECA
PERFIL 1ºano 1ª série 2ª série 3º série 4ª série
DO ALUNO
6 anos 7 anos 8 anos 9 anos 10 anos
MATERIAL
Livros didáticos Cartilha 2º ano 3º ano 4º ano 5º ano
Porta de Papel
Livros do Ler e Escrever
(paradidáticos)
Distribuir os livros nos anos,
na ordem crescente de X X X X X
dificuldade de leitura, assim,
os livros com leituras curtas
e fáceis, ficam com os alunos
menores.
Letras móveis X X X
Material dourado X X X X X
Produção de texto Seqüencia lógica X X X
Gibis X X
Revista Recreio X X
Esse material fica na sala de aula com o professor.
Alem desse material, estamos disponibilizando um material de recursos para todas as aulas, como por exemplo:
*Mapas
*Globo terrestre
*Maquetes de cidade e campo
*Jogos Pedagógicos: Palavras cruzadas, Bingo, Vocabulário, Ortografia
*Fantoches para teatro.
Com a distribuição deste material, podemos montar mais três espaços para atividades extra-classe.
SALA DE LEITURA SALA DE INFORMÁTICA BRINQUEDOTECA
sábado, 27 de fevereiro de 2010
O que se fala nem sempre condiz com a realidade.....................
Começaram as aulas e com elas as expectativas de um ano melhor, com melhores condições de trabalho. Quando estamos em casa vendo TV, ouvimos as falas e propagandas relacionadas a educação. Imagina-se que mudou e mudou para melhor.
Chegamos às escolas e nos deparamos com outra realidade:
*Mudança de siglas série/ano
*O material e a importância de se entregar no primeiro dia, sendo que no primeiro dia, para mim seria a apresentação dos professores para os pais e alunos e a proposta pedagógica da escola.. Não tínhamos professores em todas as salas, mas o material foi entregue..
*Professores improvisados, pois as salas que estavam sem professor, pois não houve atribuição para essas salas, foram deslocados outros profissionais para efetuar a entrega do material.
Para colocar ordem no caos, este mês está sendo de retomada do conteúdo da série anterior (ainda não era ano).
Em relação aos recursos extraclasse:
*Sala de leitura
*Sala de informática
Para os 1ºs anos, levantou-se a possibilidade de se formar uma brinquedoteca, a partir de doações, onde entraremos em contato com empresas.
A adequação do mobiliário será feita gradualmente, pois não há disponibilidade orçamentária.
Bem, o ano já começou e......ATROPELADO!!!!!
Chegamos às escolas e nos deparamos com outra realidade:
*Mudança de siglas série/ano
*O material e a importância de se entregar no primeiro dia, sendo que no primeiro dia, para mim seria a apresentação dos professores para os pais e alunos e a proposta pedagógica da escola.. Não tínhamos professores em todas as salas, mas o material foi entregue..
*Professores improvisados, pois as salas que estavam sem professor, pois não houve atribuição para essas salas, foram deslocados outros profissionais para efetuar a entrega do material.
Para colocar ordem no caos, este mês está sendo de retomada do conteúdo da série anterior (ainda não era ano).
Em relação aos recursos extraclasse:
*Sala de leitura
*Sala de informática
Para os 1ºs anos, levantou-se a possibilidade de se formar uma brinquedoteca, a partir de doações, onde entraremos em contato com empresas.
A adequação do mobiliário será feita gradualmente, pois não há disponibilidade orçamentária.
Bem, o ano já começou e......ATROPELADO!!!!!
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Uso de meios digitais na educação pode melhorar aprendizagem
Achei este artigo interessante, pois mostra que a tecnologia pode também ser usada na alfabetização, desde os primeiros anos do ensino fundamental.
Blogs e aulas interativas incentivam participação dos alunos nas atividades escolares
A inclusão de recursos digitais em salas de aula ajuda a aumentar a comunicação entre estudantes e professores. Projetos desenvolvidos por meio de blogs e aulas interativas incentivam a maior participação dos alunos nas atividades escolares e proporcionam benefícios na aprendizagem. "Os alunos praticamente já nascem sabendo usar computadores e nada mais natural e importante do que os professores passarem a usar os recursos digitais para melhorar o aproveitamento da disciplina", afirma a professora Lina Maria Braga Mendes.
O pouco uso de meios digitais na educação foi um dos motivos que fizeram com que Lina iniciasse sua pesquisa de mestrado na Faculdade de Educação (FE) da USP, "Experiências de fronteira: os meios digitais em sala de aula", sob orientação da professora Mary Julia Martins Dietzsch. "A utilização de mídias digitais poderia começar a partir do primeiro ano do ensino fundamental. Desde muito cedo as crianças têm contato com computadores em casa", ressalta a pesquisadora.
As experiências começaram por meio da implementação de blogs em projetos desenvolvidos com turmas de ensino fundamental de um colégio particular de São Paulo. "Há vários tipos de trabalho que o professor pode desenvolver com blogs. Podemos criar um blog de disciplina, em que o professor e alguns alunos teriam acesso à edição. Há também o blog do professor, no qual só ele entra para publicar textos interessantes relacionados ao assunto da aula, além de manter contato com o aluno fora da sala, e ainda o blog de aluno, em que os estudantes publicam os trabalhos que realizam e o professor entra com comentários", explica Lina.
Entre os principais benefícios dos meios digitais nas escolas estão o aumento do diálogo entre professores e alunos e a ampliação do espaço da sala de aula, já que o contato passa a ser também fora do horário escolar. Além disso, os recursos disponíveis nos computadores e na internet fazem com que os estudantes tenham mais prazer em assistir às aulas e interajam de modo mais efetivo.
"Quando saímos da sala de aula, que muitas vezes conta apenas com o giz e a lousa, e vamos para o computador já temos inicialmente o recurso da imagem e do movimento. É possível usar vídeo, áudio, fotografia e outros recursos para mostrar mais detalhes e curiosidades sobre o assunto estudado. Isso faz com que os alunos prestem mais atenção nas aulas e saiam do espaço imaginário, intangível, representado por um mapa de um livro, e adentrem o espaço real, visível no Google Earth, por exemplo", explica a pesquisadora.
Barreira da linguagem
Apesar de os alunos terem crescido em frente aos computadores, Lina afirma que muitos têm dificuldades com a linguagem do mundo digital. "A experiência que tivemos com a leitura de adaptações literárias para a internet, por exemplo, foi um pouco complicada, pois os alunos - apesar de passarem horas a fio todos os dias na rede - não conhecem a linguagem do meio em que navegam e alguns acabaram não compreendendo sequer o enredo da obra", diz.
Um ponto positivo do uso de meios digitais nas salas de aulas é mostrar aos estudantes as diferenças existentes em cada uma das linguagens que utilizamos. Segundo a pesquisadora, "a linguagem de um livro impresso é diferente daquela usada em um vídeo, por exemplo. Do mesmo modo, não podemos confundir o que é feito para o meio digital com o que se destina à publicação em papel. Muitas pessoas afirmam categoricamente que a linguagem de internet, com suas abreviações e símbolos, atrapalha a escrita, mas é preciso perceber que ela é apenas uma outra linguagem, destinada, portanto, a outras situações de uso que não as que acontecem na sala de aula. O aluno deve entender isso e utilizá-la apenas naquele meio."
Da USP
Blogs e aulas interativas incentivam participação dos alunos nas atividades escolares
A inclusão de recursos digitais em salas de aula ajuda a aumentar a comunicação entre estudantes e professores. Projetos desenvolvidos por meio de blogs e aulas interativas incentivam a maior participação dos alunos nas atividades escolares e proporcionam benefícios na aprendizagem. "Os alunos praticamente já nascem sabendo usar computadores e nada mais natural e importante do que os professores passarem a usar os recursos digitais para melhorar o aproveitamento da disciplina", afirma a professora Lina Maria Braga Mendes.
O pouco uso de meios digitais na educação foi um dos motivos que fizeram com que Lina iniciasse sua pesquisa de mestrado na Faculdade de Educação (FE) da USP, "Experiências de fronteira: os meios digitais em sala de aula", sob orientação da professora Mary Julia Martins Dietzsch. "A utilização de mídias digitais poderia começar a partir do primeiro ano do ensino fundamental. Desde muito cedo as crianças têm contato com computadores em casa", ressalta a pesquisadora.
As experiências começaram por meio da implementação de blogs em projetos desenvolvidos com turmas de ensino fundamental de um colégio particular de São Paulo. "Há vários tipos de trabalho que o professor pode desenvolver com blogs. Podemos criar um blog de disciplina, em que o professor e alguns alunos teriam acesso à edição. Há também o blog do professor, no qual só ele entra para publicar textos interessantes relacionados ao assunto da aula, além de manter contato com o aluno fora da sala, e ainda o blog de aluno, em que os estudantes publicam os trabalhos que realizam e o professor entra com comentários", explica Lina.
Entre os principais benefícios dos meios digitais nas escolas estão o aumento do diálogo entre professores e alunos e a ampliação do espaço da sala de aula, já que o contato passa a ser também fora do horário escolar. Além disso, os recursos disponíveis nos computadores e na internet fazem com que os estudantes tenham mais prazer em assistir às aulas e interajam de modo mais efetivo.
"Quando saímos da sala de aula, que muitas vezes conta apenas com o giz e a lousa, e vamos para o computador já temos inicialmente o recurso da imagem e do movimento. É possível usar vídeo, áudio, fotografia e outros recursos para mostrar mais detalhes e curiosidades sobre o assunto estudado. Isso faz com que os alunos prestem mais atenção nas aulas e saiam do espaço imaginário, intangível, representado por um mapa de um livro, e adentrem o espaço real, visível no Google Earth, por exemplo", explica a pesquisadora.
Barreira da linguagem
Apesar de os alunos terem crescido em frente aos computadores, Lina afirma que muitos têm dificuldades com a linguagem do mundo digital. "A experiência que tivemos com a leitura de adaptações literárias para a internet, por exemplo, foi um pouco complicada, pois os alunos - apesar de passarem horas a fio todos os dias na rede - não conhecem a linguagem do meio em que navegam e alguns acabaram não compreendendo sequer o enredo da obra", diz.
Um ponto positivo do uso de meios digitais nas salas de aulas é mostrar aos estudantes as diferenças existentes em cada uma das linguagens que utilizamos. Segundo a pesquisadora, "a linguagem de um livro impresso é diferente daquela usada em um vídeo, por exemplo. Do mesmo modo, não podemos confundir o que é feito para o meio digital com o que se destina à publicação em papel. Muitas pessoas afirmam categoricamente que a linguagem de internet, com suas abreviações e símbolos, atrapalha a escrita, mas é preciso perceber que ela é apenas uma outra linguagem, destinada, portanto, a outras situações de uso que não as que acontecem na sala de aula. O aluno deve entender isso e utilizá-la apenas naquele meio."
Da USP
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
ORIENTAÇÃO SOBRE PLANEJAMENTO
Achei um tópico interessante sobre planejamento, onde envolve os três eixos da escola:
GESTÃO COORDENAÇÃO PROFESSOR EM SALA DE AULA
Aqui existem tópicos que devem sim serem discutidos señão no planejamento em três dias e sem muitos professores, mas durante os HTPC's desenvolvidos. Nesses tópicos existem questões que devem sim serem discutidas por todos os seguimentos e dai sim, poderemos fazer um plano para a escola, a partir da realidade da mesma.
O QUE CADA UNIDADE ESCOLAR PRECISA GARANTIR NO PLANEJAMENTO 2010
Organizar momentos coletivos para discussão de:
1- Questões ligadas à gestão da escola:
Dar ciência a todos sobre documentos oficiais da SEE/CENP/FDE;
Integração da equipe: acolhimento dos professores; envolver a coordenação pedagógica, os professores e os funcionários no processo de discussão das questões gerais do ano letivo;
Análise da Proposta Pedagógica para adequações necessárias;
Organização dos espaços e ambientes (especialmente do 1º ano);
Socialização e incentivo para uso dos materiais do Programa e outros de que a escola dispõe;
Organização das HTPC: que seja um espaço efetivo de discussão de situações didáticas ajustadas às necessidades de aprendizagem dos alunos e também como espaço de formação;
Apresentar um balanço das metas que foram alcançadas e das que não foram, relacionando-as com os índices da escola nas avaliações institucionais (IDESP) e avaliações internas (sondagem/conselhos de série);
Promover a construção de combinados da equipe escolar;
Informar sobre a constituição das classes e a distribuição dos alunos;
Apresentar os materiais disponíveis: acervo literário, materiais do Programa Ler e Escrever, tecnológicos, espaços pedagógicos disponíveis;
2 - Questões ligadas à Coordenação Pedagógica
Plano de Ensino: o plano de ensino deve estar focado nas necessidades de aprendizagem apontadas pelas avaliações e orientado pelas Expectativas de Aprendizagem e uso do material como apoio didático;
Organização de situações diagnósticas: orientações para elaboração e análise, bem como de instrumentos de registro para acompanhamento;
Critérios e combinados para organização de grupos de apoio;
Dinâmica de funcionamento das salas de PIC;
Desempenho dos estudantes (mapas de sondagem/resultados internos); pontos que concentram dificuldades de aprendizagem; estratégias que funcionaram ou não;
Definir as metas por disciplina ou área de estudo;
Buscar consenso em torno das propostas pedagógicas (expectativas de aprendizagens/concepções) e formas de avaliação;
Planejamento do acolhimento dos alunos no primeiro dia de aula;
Discutir as orientações curriculares (expectativas de aprendizagem) elegendo conteúdos e situações didáticas ajustados às necessidades de aprendizagem dos alunos;
Discutir reunião de pais (definição do que precisam ser informados), entrega da “cartilha aos pais”;
Plano anual e eleição de conteúdos: coordenador e professores – o planejamento passa a ser operado entre as classes.
3 - Questões ligadas ao/] Plano de Ensino de cada professor
Rever a abordagem dos conteúdos nas diferentes modalidades organizativas;
Analisar registros sobre a aprendizagem dos alunos (conselhos de série/SARESP);
Preparar, aplicar e analisar resultados de situações diagnósticas;
Âmbito da sala de aula: o professor organiza e detalha o trabalho; foco na classe;
Planejar as primeiras semanas e o diagnóstico;
Montar a rotina semanal;
Preparar as atividades;
Levantar os recursos materiais para as aulas;
Prever como serão as reuniões de pais.
Equipe do Ensino Fundamental Ciclo I
GESTÃO COORDENAÇÃO PROFESSOR EM SALA DE AULA
Aqui existem tópicos que devem sim serem discutidos señão no planejamento em três dias e sem muitos professores, mas durante os HTPC's desenvolvidos. Nesses tópicos existem questões que devem sim serem discutidas por todos os seguimentos e dai sim, poderemos fazer um plano para a escola, a partir da realidade da mesma.
Planejamento Escolar 2010
ORIENTAÇÕES DO EF CICLO I PARA ORGANIZAÇÃO DO
PLANEJAMENTO ESCOLAR 2010
O QUE CADA UNIDADE ESCOLAR PRECISA GARANTIR NO PLANEJAMENTO 2010
Organizar momentos coletivos para discussão de:
1- Questões ligadas à gestão da escola:
Dar ciência a todos sobre documentos oficiais da SEE/CENP/FDE;
Integração da equipe: acolhimento dos professores; envolver a coordenação pedagógica, os professores e os funcionários no processo de discussão das questões gerais do ano letivo;
Análise da Proposta Pedagógica para adequações necessárias;
Organização dos espaços e ambientes (especialmente do 1º ano);
Socialização e incentivo para uso dos materiais do Programa e outros de que a escola dispõe;
Organização das HTPC: que seja um espaço efetivo de discussão de situações didáticas ajustadas às necessidades de aprendizagem dos alunos e também como espaço de formação;
Apresentar um balanço das metas que foram alcançadas e das que não foram, relacionando-as com os índices da escola nas avaliações institucionais (IDESP) e avaliações internas (sondagem/conselhos de série);
Promover a construção de combinados da equipe escolar;
Informar sobre a constituição das classes e a distribuição dos alunos;
Apresentar os materiais disponíveis: acervo literário, materiais do Programa Ler e Escrever, tecnológicos, espaços pedagógicos disponíveis;
2 - Questões ligadas à Coordenação Pedagógica
Plano de Ensino: o plano de ensino deve estar focado nas necessidades de aprendizagem apontadas pelas avaliações e orientado pelas Expectativas de Aprendizagem e uso do material como apoio didático;
Organização de situações diagnósticas: orientações para elaboração e análise, bem como de instrumentos de registro para acompanhamento;
Critérios e combinados para organização de grupos de apoio;
Dinâmica de funcionamento das salas de PIC;
Desempenho dos estudantes (mapas de sondagem/resultados internos); pontos que concentram dificuldades de aprendizagem; estratégias que funcionaram ou não;
Definir as metas por disciplina ou área de estudo;
Buscar consenso em torno das propostas pedagógicas (expectativas de aprendizagens/concepções) e formas de avaliação;
Planejamento do acolhimento dos alunos no primeiro dia de aula;
Discutir as orientações curriculares (expectativas de aprendizagem) elegendo conteúdos e situações didáticas ajustados às necessidades de aprendizagem dos alunos;
Discutir reunião de pais (definição do que precisam ser informados), entrega da “cartilha aos pais”;
Plano anual e eleição de conteúdos: coordenador e professores – o planejamento passa a ser operado entre as classes.
3 - Questões ligadas ao/] Plano de Ensino de cada professor
Rever a abordagem dos conteúdos nas diferentes modalidades organizativas;
Analisar registros sobre a aprendizagem dos alunos (conselhos de série/SARESP);
Preparar, aplicar e analisar resultados de situações diagnósticas;
Âmbito da sala de aula: o professor organiza e detalha o trabalho; foco na classe;
Planejar as primeiras semanas e o diagnóstico;
Montar a rotina semanal;
Preparar as atividades;
Levantar os recursos materiais para as aulas;
Prever como serão as reuniões de pais.
Equipe do Ensino Fundamental Ciclo I
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