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sábado, 16 de julho de 2016

A escola que temos hoje é de ontem?


A escola do futuro ou do passado?
A escola tem WIFI?
Passamos por situações de conflito, nas quais alunos, revindicam o acesso ao Wifi da escola e o uso da sala de informática.
A escola ainda hoje, apesar de toda a tecnologia já existente, ainda sobrevive com giz, lousa e saliva do professor. Temos sim escolas com computadores, data show, mas estes, muitas vezes sem muitas condições de uso, pois temos problemas de manutenção dos equipamentos e até mesmo de acesso a internet, por linha telefônica.
A cultura evoluiu, mas o sistema educacional continua do século passado. Como disse anteriormente em outra postagem. Temos uma escola com estrutura do século 19, tentamos reformular a educação ás bases do século 20 e temos alunos do século 21 matriculados nela.
Como podemos ter uma escola atrativa para os alunos se esta, não traz para seu interior a realidade social?
A nossa sociedade é abarrotada de informação de todos os campos.e para isso, a escola deve desenvolver no aluno as competências e habilidades de como tratar essa informação e transformá-la em conhecimento. A escola não pode mais ser um modelo baseada em assimilação de conteúdos, mas sim de interação desses conteúdos com a informação, gerando assim um aprendizado mais condizente com a realidade do aluno, mas significativo para ele.
Estamos em uma Era de inclusão digital. Pera ai, inclusão digital é a democratização do acesso às tecnologias, de forma a permitir a inserção de todos na chamada  sociedade de informação. Não é só isso, também implica no desenvolvimento de competências para o seu uso.
Se a escola não oferecer oportunidades de desenvolvimento dessas competências, a inclusão seria pífia.
A escola tem computadores, mas desenvolve as competências para o seu uso? A escola tem planejamento, ou pelo menos um tópico de como desenvolver essas competências no aluno e professores?
No Brasil, a defasagem do uso das novas tecnologias é muito grande, não só na rede pública, mas também em muitas escolas da rede privada. Para isso, muitos governos e gestores, buscam uma formação continuada para professores para o uso das novas tecnologias.
A falta de percepção da importância das novas tecnologias na educação, traz a dicotomia entre a planejamento de "sala de aula" e planejamento da "sala de informática".
Assim sendo, temos de integrar as tecnologias em nossa proposta pedagógica, assim como, já esta disponível a lousa e o giz.
As novas tecnologias, tem de serem agregadas, assim como foi incorporada a lousa, o giz e os livros didáticos.
O docente está aberto as novas mudanças que ocorrem na educação através das novas tecnologias? O docente faz seu planejamento já incorporando as novas tecnologias? Se faz, ele consegue muitas vezes ter o acesso a elas, disponibilidade?
Na proposta pedagógica da escola, as novas tecnologias fazem parte dos planejamentos e estão sempre disponíveis? No plano escolar, a "sala de informática" é uma sala simplesmente, mais uma, para limpar? Nesse plano, essa sala de informática, tem um planejamento que o professor se encaixa ou é a sala de informática que se encaixa no planejamento do professor?
Até responder essas questões, vejo sim, alunos que se dizem incluídos digitalmente, usando celulares antes, durante e depois das aulas, para tirar 'selfie". Ainda, não presenciei uma pesquisa relacionada ao conteúdo, feita por alunos com celular. Computador? Piscou, os alunos estão nos jogos ou vendo vídeos, sem relação com o conteúdo que está sendo trabalhado.
Nessa realidade, vejo alunos e professores mal preparados para o uso dessas tecnologias.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Educação Globalizada

A educação está em constante movimento e o professor não pode ficar fora desse processo. Lidar com as mídias, que também estão em constante renovação, faz se necessário um preparo do professor em áreas que nem sempre são só metodológicas. Essa áreas englobam programação de atividades no computador, conhecimento de softwares e para isso senti uma necessidade de me especializar no uso de uma linguagem estrangeira, muito usada nesses casos que é o inglês.



A importância do inglês na carreira profissional

O aprimoramento da carreira escolhida se dá não somente pela prática no campo profissional, mas quando o indivíduo busca se especializar e agregar mais conhecimento.  A comunicação conseguiu alargar sua força com o uso da tecnologia e a relação e troca de informação entre as pessoas se tornaram mais acessíveis. Por isso, a fluência em outros idiomas é uma ferramenta essencial nesse processo.
O inglês ainda permanece no topo das línguas mais utilizadas em negócios e intercâmbios profissionais. Apesar do quadro ter mudado muito nos últimos anos, correspondente à ascensão econômica de alguns países, como a China – no Reino Unido após o espanhol, o mandarim é uma das línguas mais procuradas, o estudo do inglês desempenha um papel fundamental e seu domínio e colabora para abrir portas na esfera profissional, além de pessoal – viagens e novas amizades com pessoas de diferentes culturas.
Quem não optou por investir em línguas não deve perder tempo, é certo que mesmo que não seja usada para o campo das profissões ou carreira, saber um idioma é um caminho para entender outras culturas, conhecer sua música, literatura e forma de pensar de outros povos. A língua é, além de tudo, um transmissor cultural.
A boa notícia é que, se antes os cursos de inglês eram muito caros e distantes da realidade de muitas pessoas, hoje em dia com um pouco de dedicação e um computador, o estudante pode adentrar neste universo do aprendizado. Isso porque além de sites internacionais, como a BBC inglesa, há cursos onlines de idiomas. Podem ser gratuitos ou pagos, há possibilidade de adquirir materiais, ouvir áudios, fazer exercícios interativos e até conversar com professores nativos via Skype.
Neste sentido a internet desempenha um papel muito positivo,  de qualquer parte do mundo é possível ler notícias em inglês de jornais reconhecidos ou participar de blogs e sites com pessoas de todo o mundo. Tendo o cuidado de selecionar bons materiais, é possível aprimorar o conteúdo pessoal em relação ao idioma. Inclusive, com a diminuição das distâncias provocada pela internet, não saber o inglês cria até um hiato na comunicação, até termos da língua inglesa já entraram para nosso vocabulário. Conhecimento é sempre bem-vindo e sempre gera satisfação pessoal.
Quem visa emprego em multinacionais, a fluência em idiomas estrangeiros é uma regra, as parcerias e negócios entre empresas, além do intercâmbio de profissionais, provoca a exigência do conhecimento de outras línguas. Nas áreas de turismo e comunicação pode ser um item que decide uma vaga.
Nunca é tarde para se dedicar a um conhecimento, por isso, se você ainda não domina outro idioma, organize seu tempo e mãos a obra!