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sábado, 17 de setembro de 2011

SALA DE INFORMÁTICA: CADERNO E LÁPIS NA MÃO

O nosso novo aluno é um sujeito que interage, questiona, busca informações, participa e modifica o que está supostamente pronto e acabado. Além disso, ele possui um capital social que traz consigo para a sala de aula.
A internet é um recurso metodológico que nos traz uma enxurrada de informações sobre um determinado tema e este sempre está atrelado a outro tema.
O hipertexto é uma estrutura não seqüencial, uma montagem de conexões em rede que, permite/exige uma multiplicidade de recorrências e intervenções.
O papel do professor é de provocador de problemas, interventor e coordenador de equipes e a escola, apesar dessas novas intervenções, ainda existe um currículo pré-definido.
Para organizar essas situações de aprendizagem e colocá-las em uma linearidade que nos dê sentido ao currículo a ser trabalhado, temos de nos orientar quanto à pesquisa eo projeto proposto.
Na sala de informática, sem dúvida faz-se necessário um caderno de anotação sobre o trabalho a ser desenvolvido na sala de informática.
Aqui descrevo alguns tópicos relevantes que devem fazer parte das anotações da aula de informática.
1) QUADRO DE HORÁRIO;
Aqui de acordo com o horário disponível da Sala de informática, podemos trabalhar nesses horários, como continuidade dos trabalhos da sala ou um projeto específico, elaborado pelo professor e alunos, inclusive com os professores especialistas.
2) TEMA:
O tema a ser trabalhado tem de ser delimitado de acordo com o perfil da turma, seu interesse.
Aqui não pode ser um tema muito amplo, pois temos de pensar que as informações da internet podem abrir um leque de informações.
3) QUANTIDADE DE AULAS:
De acordo com o tema e a disponibilidade que a turma tem em acessar à internet : cassa e/ou escola, podemos especificar uma determinada quantidade de aulas, nas quais esse tema será desenvolvido.
4) BUSCA DE SITES:
Pesquisa sobre o tema e seus respectivos sites.
5) REGISTRO:
Anotações referentes ao estudo realizado nos sites, sobre o tema. Aqui entra: texto, imagem, multimídia, vídeo.
6) ORGANIZAÇÃO DOS DADOS COLETADOS:
Discussão sobre os dados coletados, visando o tema específico. Aqui tomar muito cuidado em não perder o foco do tema a ser trabalhado. Entra também a organização de grupos com trabalhos específicos.
7) REGISTROS:
Registros no caderno dos tópicos relevantes, referentes ao tema, lembrando que toda a explanação, para ter sentido deverá ter começo, meio e fim Esse registro pode ser feito no próprio caderno ou em atividades que serão socializadas, através do Blog da escola ou da classe.

sábado, 20 de agosto de 2011

NOVOS PARADIGMAS DE SALA DE AULA: CINCO MANDAMENTOS PARA UMA TRANSIÇÃO FELIZ

Transformar uma sala de aula tradicional em um ambiente multimídia só produz os resultados esperados – alunos que aprendem mais e melhor – quando, em paralelo, acontece o mais importante: investir no professor, investir no professor e investir no professor.

Portal do CPP
O uso das novas tecnologias educacionais na sala de aula está, hoje, num momento de profunda avaliação. Foi-se o tempo em que se comprava tecnologia por tecnologia; educação, algo fundamental para o crescimento e o amadurecimento de um país, não pode ficar nas mãos do mercado. Em todas as regiões do Brasil há, hoje, educadores e pesquisadores tentando mapear o quanto, de fato, o uso dessas soluções está ajudando o aluno a aprender mais e melhor, com menos problemas de comportamento, menos evasão escolar. Aprender é um trabalho duro que pode ou não ser facilitado pelo uso dessas novas tecnologias.

Aqui vão os 5 mandamentos de como seria caminhar em direção à sala de aula interativa da forma mais eficaz possível:

1) Manter o foco no professor, e não na tecnologia. A mera instalação na sala de aula de equipamentos interativos não garante que a classe esteja tendo uma aula interativa, com acesso a novas experiências educacionais. Mais importante do que comprar o produto A ou B é investir tempo e dinheiro para ajudar o professor a se apaixonar por esta nova infraestrutura multimídia e, a partir daí, passar a desenvolver novas aulas. Esse é um desafio importante, e que depende da diretoria de cada escola e da visão de cada fornecedor de soluções educacionais para ser vencido. O professor tem de sentir que ganha, e muito, ao abandonar seus antigos métodos em sala de aula e passar a usar de forma criativa e provocadora as novas tecnologias. Mais do que capacitar o professor quando a nova tecnologia entra na sala de aula, é fundamental manter programas de reciclagem em longo prazo.

2) Oferecer para o professor acesso a uma comunidade para o desenvolvimento de novos conteúdos e novos modelos de aula. Não cabe ao fornecedor A ou B ou à entidade educacional C ou D ser a fonte de conteúdos revolucionários, que farão o melhor uso das novas tecnologias de sala de aula. Esses personagens podem e devem suportar o desenvolvimento desses conteúdos. É papel do professor, de pesquisadores, de especialistas em educação, “inventar” novas e atraentes aulas a partir do novo ambiente educacional. Comunidades locais, comunidades interligadas por redes sociais, comunidades internacionais e comunidades voltadas ao desenvolvimento de conteúdos específicos sobre disciplinas específicas (Português, Matemática, Ciência, etc.) são essenciais para suportar a missão do professor audaz, que anseia desvendar novos horizontes e cativar os alunos ao longo de toda esta caminhada.

3) Fale com quem usa esta tecnologia antes de comprar essas soluções. Procure visitar escolas que já tenham vivido esse processo de transição – migrar de salas de aulas tradicionais para salas multimídia – para saber a verdade sobre esta tendência. Vale a pena falar com os diretores, com os professores e, se possível, acompanhar aulas que aconteçam dentro da sala multimídia. Isso dará à pessoa que busca novos horizontes na educação a percepção do que realmente faz diferença para os alunos, o que é apenas uma mudança cosmética.

4) Prepare-se para aprender muito e mudar seus paradigmas. O verdadeiro educador sabe que tudo muda nesta área e que é impossível voltar ao passado. Em 1910, a Universidade de Chicago realizou um estudo para determinar por quanto tempo um aluno conseguiria prestar atenção à aula. Chegou-se à conclusão de que 50 minutos eram o tempo máximo que um professor conseguiria prender a atenção de um aluno. Estudos recentes realizados também nos EUA mostram que, agora, o tempo máximo de concentração limita-se a intervalos de 8 minutos. Em educação, a quebra de paradigmas não tem fim. O aluno que parece não estar prestando atenção na aula, checando mensagens no Twitter, pode estar procurando informações essenciais para a discussão em sala de aula; numa universidade, o aluno que troca mensagens via Facebook com seu amigo pode estar simplesmente realizando um trabalho em grupo.

5) Nunca esqueça a importância de um conteúdo bem construído. A infraestrutura da sala multimídia pode ajudar o professor a dar uma aula brilhante, atraente, que mantém os alunos conectados a ele todo o tempo. Mas isso não diminui a importância da sólida formação em conhecimentos, da capacidade de estar sempre atualizado. Esse é um valor eterno da educação. Com as novas tecnologias educacionais, a única diferença é que a forma de transmitir esses conhecimentos também é mais atualizada.

A beleza do momento que vivemos hoje é que muitos educadores caminhaam ao encontro da cultura (inclusive cibernética) e dos comportamentos de seus alunos. Boa parte do corpo docente está pronta a ver na tecnologia uma aliada. Isso significa transformação.


Ponto de Vista de Gonçalo Margall é diretor da Sapienti, empresa pioneira no segmento de Tecnologia Educacional.

SECOM/CPP




sexta-feira, 13 de maio de 2011

WEBQUEST - FOLCLORE BRASILEIRO

Ousar sempre, elaborei uma webquest FOLCLORE BRASILEIRO http://www.webquestbrasil.org/criador/(copiar o link no navegador),versão atualizada, 3ª série, interdisciplinar, onde os próprios alunos da terceira série, terão acesso e farão os trabalhos para a nossa festa do Folclore. A wequest é simples, mas de fácil acesso aos alunos que estão se acostumando agora a irem na sala de informática uma vez por semana.