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terça-feira, 12 de junho de 2012

PRESENÇA DAS TECNOLOGIAS NA ESCOLA


Apesar de todos os avanços tecnológicos, a sala de aula, ainda hoje, é um espaço de combinação de atividades entre professor e aluno, caracterizando assim o processo ensino-aprendizagem. Segundo Moran,2008 a escola precisa partir da onde o aluno está suas curiosidades e construir um currículo que faça sentido na sua vida.
            A sala de aula, ao longo dos anos, foi deixando de ser reprodutora de conteúdos, onde só o professor “recitava” e o aluno “entendia” e está passando a ser um modelo de comunicação emergente, constante, focada na interatividade, ou seja, no diálogo. Segundo SILVA, 2010 a interatividade não é apenas fruto de uma tecnicidade informática, mas um processo em curso de reconfiguração das comunicações humanas em toda a sua amplitude. Na nossa estrutura educacional, não temos uma sala de aula interativa na sua totalidade, mas o aluno que a frequenta pede uma nova aprendizagem. A aprendizagem tradicional deixa de ser focada no professor e passa a ser focada no aluno. Aqui ele nos mostra um conceito de interatividade como uma reinvenção da sala de aula em uma prática comunicacional entre os três eixos inter laçados: Aluno Currículo


            A sala de aula tem de ser redefinida como um espaço para informações, para debates, organização de projetos, tornando se espaços de pesquisa, de comunicação online ou intercomunicação. Esse espírito crítico que domina a sociedade de informação, também precisa estar presente na sala de aula, para que não se continue mantendo um diálogo surdo entre Educação e Comunicação. Os alunos se apresentam como novos espectadores, onde aprendem a manipular imagens através das múltiplas intervenções do interlocutor.


          Para (ABTE,1982, pg17), a tecnologia educacional fundamenta-se em uma opção filosófica, centrada no desenvolvimento integral do homem, inserido na dinâmica da transformação social: concretizam-se pela aplicação de novas teorias, princípios, conceitos e técnicas, num esforço permanente de renovação da educação.
Para (Pocho, 2011) a tecnologia é apresentada não como objeto de consumo, mas sim como uma possibilidade educativa. A presença da tecnologia no nosso dia a dia é de fácil constatação, pois ao olhar a nossa volta, veremos a TV, o MP3, o rádio, o quadro negro, o livro. Mesmo com todo esse aparato, a tecnologia ainda não chegou à grande maioria das escolas. Aqui ela relaciona os dois tipos de tecnologias: tecnologias  independentes são as que não dependem de recursos elétricos ou eletrônicos para a sua produção e/ou utilização. Como por exemplo, o próprio livro didático.
Tecnologias dependentes são as que dependem de um ou vários recursos elétricos ou eletrônicos para serem produzidas e/ou utilizadas. Como por exemplo, a Internet.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

DO ENSINO FUNDAMENTAL PRESENCIAL AO EAD

O diálogo é uma relação não verticalizada, mas horizontal de um com o outro que se nutre de “amor, de humanidade, de esperança, de fé, de confiança”.
Paulo Freire
A escola, em épocas passadas, era tida como “detentora dos saberes”, hoje se encontra em partes e desarticulada, pois não consegue acompanhar a evolução tecnológica e muito menos o novo perfil de aluno que está se sentando nos bancos escolares. O nosso sistema educacional é fragmentado e vem de cima para baixo, muitas vezes assim, não indo de encontro à realidade do aluno e o que ele busca nela. Daí, muitas vezes a escola seja para ele, um lugar “de passagem”, sem significação própria.
Os ambientes de aprendizagens com o uso das TIC”s, faz-se necessário novas atitudes dos alunos e principalmente professores, onde se faça a transposição da passividade da educação bancária, ou ainda, do paradigma presencial para a interatividade indispensável para a EAD, onde o diálogo é produto das atitudes dos sujeitos que se encontram por detrás dos equipamentos,
Segundo Lucia José Carlos Batista – Revista Colabor@ - Julho/2006, em um trabalho de investigação no Curso de Organização do Trabalho Pedagógico, na Câmara dos Deputados, aponta-se a necessidade de mais pesquisa e aprofundamento das estruturas de poder entre professores e alunos, na educação à distância.
Adell (1977) destaca a importância da informação para a construção do conhecimento. Batista (2004) diz que, a transferência de informações se dá com o processo de transformação do conjunto de conhecimento construído, em outro, expresso por signos que permitam a um leitor sua decodificação.
Na busca de uma aprendizagem que se dê de forma colaborativa, é imprescindível questionar:
 As mensagens postadas nos recursos disponíveis nos ambientes virtuais de aprendizagem se interrelacionam?
Muturama (apud BATISTA,2004) entende que o sujeito coletivo se realiza por meio da realização de seus componentes, constituindo-se um deles aquele que guarda em si um agregado de organismos. O sujeito coletivo seria um aglomerado de pessoas que atuam individualmente, quanto ao conjunto de indivíduos que trabalham juntos para um fim comum.
Fiorentini (2004) distingue etimologicamente as palavras: cooperação e colaboração, onde co significa ação conjunta; operare, operar, executar, fazer funcionar; laborare, trabalho ou produzir em vista de um determinado fim.
Cooperação é quando, partes de um coletivo trabalham individualmente e depois tudo se junta como uma “colcha de retalhos”. Colaboração se dá pela interação entre sujeitos em que, aqui, analisada na forma escrita, buscando com a informação do outro, construir um conhecimento que, por sua vez, será transformado também em informação para ser disponibilizado para o outro.
Embora o respeito incondicional ao outro se constitua a base, é o processo dialógico que permite que um e outro se conheçam, ao mesmo tempo para que possam se respeitar.
Tori (2003) descreveu:
 Três tipos de distâncias: espacial, temporal, interativa
 Três relações possíveis: professor-aluno, aluno-aluno, aluno-material.
Não há como pensar em atividades colaborativas apoiadas nas novas tecnologias sem lançar mão de um “agente catalisador” e organizador (ou estruturador) dos diálogos que se apresentam nesse processo. Tanto o novo professor/tutor, quanto o novo aluno não se constituem, educacionalmente sujeitos dialógicos do dia para a noite, pois é evidente que, principalmente a nossa geração que sofre e usufrui desse momento de transição de formas de comunicação, teve uma formação escolar absolutamente diferente da que estamos vivenciando nos cursos mediados por novas tecnologias. Precisamos buscar alternativas para nos dar a ver o outro, “ler” o outro, conhecer o outro, para assim, respeitar o outro e sermos respeitados.

domingo, 16 de janeiro de 2011

NOVE DICAS PARA SE USAR BEM A TECNOLOGIA

Na revista Nova Escola, encontrei algumas dicas de como se trabalhar a tecnologia em sala de aula. Estou apontando tópicos que devem ser levados para o momento de elaboração de nosso planejamento.

O INÍCIO Se você quer utilizar a tecnologia em sala, comece investigando o potencial das ferramentas digitais. Uma boa estratégia é apoiar-se nas experiências bem-sucedidas de colegas.

O CURRÍCULO No planejamento anual, avalie quais conteúdos são mais bem abordados com a tecnologia e quais novas aprendizagens, necessárias ao mundo de hoje, podem ser inseridas.

O FUNDAMENTAL Familiarize-se com o básico do computador e da internet. Conhecer processadores de texto, correio eletrônico e mecanismo de busca faz parte do cardápio mínimo.

O ESPECÍFICO Antes de iniciar a atividade em sala, certifique-se de que você compreende as funções elementares dos aparelhos e aplicativos que pretende usar na aula.

A AMPLIAÇÃO Para avançar no uso pedagógico das TICs, cursos como os oferecidos pelo Proinfo (programa de inclusão digital do MEC) são boas opções.

O AUTODIDATISMO A internet também ajuda na aquisição de conhecimentos técnicos. Procure os tutoriais, textos que explicam passo a passo o funcionamento de programas e recursos.

A RESPONSABILIDADE Ajude a turma a refletir sobre o conteúdo de blogs e fotologs. Debata qual o nível de exposição adequado, lembrando que cada um é responsável por aquilo que publica.

A SEGURANÇA Discutir precauções no uso da internet é essencial, sobretudo na comunicação online. Leve para a classe textos que orientem a turma para uma navegação segura.

A PARCERIA Em caso de dúvidas sobre a tecnologia, vale recorrer aos próprios alunos. A parceria não é sinal de fraqueza: dominando o saber em sua área, você seguirá respeitado pela turma.

Fontes: Adriano Canabarro Teixeira, especialista de Educação e tecnologia da UFRGS, Maria de Los Dolores Jimenez Peña, professora de Novas Tecnologias Aplicadas à Educação Da Universidade Mackenzie, e Roberta Bento, diretora da Planeta Educação.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

FIM DE ANO.......

O FINAL DO ANO CHEGOU E JUNTO COM ELE, AS ALEGRIAS E FRUSTRAÇÕES DE TER OU NÃO CONSEGUIDO CUMPRIR AS PROMESSAS FEITAS NO FINAL DO ANO PASSADO. vALEU, POIS SE CUMPRIMOS É PORQUE ESTAVA AO NOSSO ALCANCE SIMPLÓRIO. sE NÃO CUMPRIMOS, É PORQUE ESTAMOS DIANTE DE UM DESAFIO, ONDE TEREMOS QUE NOS SUPERAR PARA APRENDER, POIS O APRENDIZADO É SIM, SUPERAÇÕES.
QUE EM 2011, ESTEJAMOS NÃO SÓ CUMPRINDO AS PROMESSAS FEITAS, MAS NOS EMPENHANDO A NOVOS DESAFIOS E NOVOS APRENDIZADOS.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

ARTE E TECNOLOGIA

O ensino de Arte é tratado como conhecimento histórico e cultural, constituindo-se de diversas linguagens como:
A) Artes Visuais; Forma, Textura, Cor, Plano, Linha, Volume.
B) Música; Som, Altura, intensidade, Duração, Timbre, Intensidade.
C) Teatro; Representação, Texto, Personagem, Iluminação, Cenografia, Sonoplastia, Caracterização.
D) Dança; Movimento, Força, Espaço, Tempo, Fluência.
O aluno deve conhecer e reconhecer aertístas e obras de diferentes culturas e épocas, respeitando suas individualidades.
Quando concebemos a Arte como linguagem e como conhecimento histórico e cultural da humanidade, em qualquer uma das suas linguagens, carece de recursos variados, que nos coloque no tempo e significação da obra de arte para poder entendê-la.
No estudo ou leitura de uma obra de arte, temos de explorar;
a) A caracterização
b) O momento histórico
c) A relação da obra da época com o momento atual
d) A intenção de que ela foi produzida
Segundo Ana Mae Barbosa, se concebe a articulação do ensino de arte em três eixos;
 Ler; leitura do texto artístico / estético
 Contextualizar; contextualização histórica e estética
 Fazer artístico; produção artística, construção da expressão pessoal e/ou coletiva dos estudantes.
Nessa abordagem, também estão incorporados princípios de multiculturalidade e a interdisciplinariedade, levando a necessidade de articulação entre o conhecimento em Arte com os outros componentes curriculares.
No ensino de Arte, nos anos iniciais do ensino fundamental, quanto mais acesso tivermos aos recursos, vivências e orientações didáticas, melhores serão nosas condições de atuar pedagogicamente.
Sites de busca e pesquisa
WWW.tvcultura.com.br/x-tudo
WWW.itaucultural.org.br
WWW.masp.art.br
WWW.spiner.com.br/arte
www.arteducacao.pro.br
www.portalartes.com.br
www.criancafazarte.com.br
www.arteeducar.com