quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Para todos que por aqui passam e fazem parte de meu trabalho.................


Um momento doce e cheio de significado para as nossas vidas.



É tempo de repensar valores, de ponderar sobre a vida e tudo que a cerca.


É momento de deixar nascer essa criança pura, inocente e cheia de esperança que mora dentro de nossos corações.


É sempre tempo de contemplar aquele menino pobre, que nasceu numa manjedoura, para nos fazer entender que o ser humano vale por aquilo que é e faz, e nunca por aquilo que possui.






Noite cristã, onde a alegria invade nossos corações trazendo a paz e a harmonia.






O Natal é um dia festivo e espero que o seu olhar possa estar voltado para uma festa maior, a festa do nascimento de Cristo dentro de seu coração.


Que neste Natal você e sua família sintam mais forte ainda o significado da palavra amor, que traga raios de luz que iluminem o seu caminho e transformem o seu coração a cada dia, fazendo que você viva sempre com muita felicidade.






Também é tempo de refazer planos, reconsiderar os equívocos e retomar o caminho para uma vida cada vez mais feliz.


Teremos outras 365 novas oportunidades de dizer à vida, que de fato queremos ser plenamente felizes.






Que queremos viver cada dia, cada hora e cada minuto em sua plenitude, como se fosse o último.


Que queremos renovação e buscaremos os grandes milagres da vida a cada instante.


Todo Ano Novo é hora de renascer, de florescer, de viver de novo.


Aproveite este ano que está chegando para realizar todos os seus sonhos!






FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO PARA TODOS!









quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

TRABALHOS REALIZADOS COM ALUNOS E PROFESSORES SOBRE MEUS PROJETOS DESENVOLVIDOS NA ESCOLA









TRABALHO DE PESQUISA SOBRE O TEMA "ALIMENTAÇÃO" PARA A MOSTRA CULTURAL





ESCOLHA DE UM TEXTO DE REFERÊNCIA SOBRE ALIMENTAÇÃO.
PODERIA SER LIVRO PARADIDÁTICO OU ALGUM ARTIGO DA INTERNET





LIVRO INTERATIVO SOBRE O TEMA










INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA. COMO PESQUISAR, O QUE PESQUISAR E COMO E O QUE LER E REGISTRAR. NÃO USAR O RECORTE E COLE, MAS SIM LER E ENTENDER SOBRE O ASSUNTO


APESAR DA INTERNET, A IMPORTÂNCIA DA MÍDIA IMPRESSA. ELAS PODEM E DEVEM TRABALHAR JUNTAS.
A IMPORTÂNCIA DO REGISTRO





A PARTIR DOS DADOS COLETADOS, PASSAMOS A MONTAGEM DOS PAINÉIS SOBRE O ASSUNTO









REPRODUÇÃO GRÁFICA DA PESQUISA REALIZADA. O REGISTRO DE TODA A PESQUISA








SALA DE LEITURA E TIC'S
 A HISTÓRIA REAL E A HISTÓRIA VIRTUAL.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

ALÉM DO LIVRO DIDÁTICO

Público alvo


           Alunos do ciclo I



Mídias utilizadas

           Mídia impressa – livro didático

           Mídia eletrônica – Computador / Internet

           Editor de texto

           Impressora

           TV / Vídeo

          DVD

          Pen-drive



Objetivos

            Integrar as tecnologias como TV, vídeo, computador e Internet, disponíveis na escola, promovendo assim mudanças no cotidiano escolar e na maneira de ensino, integrando o aluno no saber além do livro didático.



Justificativa

           O livro didático, normalmente é o material mais freqüente no cotidiano escolar do aluno. Os livros atualmente, além de serem distribuídos para todas as escolas, de acordo com a escolha do professor, possuem um manual do professor, onde se apresentam sugestões de atividades e metodologia de trabalho.    
            Dentre essas sugestões, existem indicações para se desenvolver o trabalho, utilizando outras mídias, como, por exemplo, a Internet e a TV/Vídeo ou DVD. Neste manual, aparecem sugestões de trabalhos para serem explorados de acordo com o tema proposto no livro.



Metodologia

          A. Apresentação da unidade de trabalho no livro didático.

          B. Discussão sobre o tema.

          C. Aprofundamento, usando outras mídias TV /Vídeo, Internet

          D. Edição de textos envolvendo o tema:

              Gráficos

              Pesquisas

              Publicações

          E. Registro gráfico

          F. Publicação dos resultados e exposição dos trabalhos no mural da sala de aula.



         A. A professora apresenta para os alunos no livro didático, o tópico ou tema que será trabalhado. Geralmente no manual do professor, ele encontra essa introdução.

         B. Explorar com os alunos o conhecimento sobre esse tema e a possibilidade de se interar muito mais, além do que está escrito no livro.

        C. Através das próprias indicações no manual do professor, explorar diversas mídias, pois temos sugestões de sites e/ou vídeos. Se caso o tema abordado, não ofereça sugestões no próprio manual, busca-se na Internet www.google.com.br sobre o tema. Ali teremos exemplos de sites de informações, jogos, vídeos etc.

        D. A partir das pesquisas realizadas, serão feitos registros no processador de textos com: textos, gráficos, ilustrações, vídeo, complementando assim o conteúdo trabalhado em sala de aula.

       E. As pesquisas realizadas pela Internet serão salvas em um Pen-drive, na pasta da classe, no formato HTML. (Word). Futuramente, poderão ser impressas, para a realização do mural e divulgação dos conhecimentos.

       F. No mural da sala, serão expostos os trabalhos para o conhecimento e divulgação dos mesmos.



Resultados esperados

       Espera-se que os alunos, além de adquirirem o conhecimento sobre a pesquisa na Internet, possam desenvolver a habilidade de produção de texto gráfico e ortograficamente correto. Conscientizar o aluno de que o conhecimento apresentado no livro didático é só um começo, uma porta de entrada para o conhecimento universal.



Cronograma

PERÍODO DE REALIZAÇÃO                             ATIVIDADE


Outubro


Novembro 2009


Dezembro                Estudo do manual do professor do livro didático escolhido para o ano seguinte.



Fevereiro 2010        Apresentação do livro didático para o professor, explorando os sites de busca e pesquisa.

Durante o ano letivo de 2010            Desenvolver o tópico em sala de aula e em casa como pesquisa e atividades.

                                                      Cada tópico será desenvolvido de acordo com o planejamento do professor.

Outubro                                        Reunião de todos os trabalhos realizados, integrando as diferentes mídias.

Novembro                                    Exposição dos trabalhos realizados na “Mostra Cultural”

 
Formas de socialização:

              Os trabalhos serão socializados no grupo classe e com a família, pois muitos tem computador em casa e podem realizar pesquisas com os familiares.

              Ao término de cada tópico, será feita uma exposição dos trabalhos no mural da sala (externo) onde os demais alunos poderão socializar as informações.

             Na Mostra Cultural ao final do ano, poderá haver apresentações teatrais sobre algum dos tópicos trabalhados.



Referências dos materiais pesquisados:

          Bibliografia

*José Manuel Moran; Gestão inovadora da escola em tecnologia.

*Coleção Porta Aberta – Ciências; Editora FTD

*Hoje é dia de Geografia – Geografia; Editora Positivo

*Hoje é dia de História – História; Editora Positivo

*Coleção Conhecer e Crescer – Língua Portuguesa /Alfabetização; Escala Educacional

*Coleção Conhecer e Crescer – Matemática; Escala Educacional



         Sites

www.educarede.org.br

www.portaldoprofessor.gov.br

www.neteducacao.com.br

www.saude.gov.br

www.pintoresfamosos.com.br

www.uol.com.br/educacao

www.eduweb.com.br

www.educacional.com.br

www.escola24h.com.br

www.sabesp.com.br

www.aprendiz.com.br

www.canalkids.com.br

www.sitededicas.com.br

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

CREIO RECREIO

Público a ser envolvido: alunos do ensino fundamental I


Professores

Coordenador

Pais



Mídias a serem utilizadas: Internet

TV / Vídeo

Revista Recreio impressa

Revista Recreio on-line

CD para a gravação dos trabalhos



Objetivos: Proporcionar ao aluno, uma exploração maior da Revista Recreio, que vem impressa para a escola, mas em quantidade insuficiente para ser trabalhada com os alunos. Não chega a um exemplar por classe.

Com o acesso a Internet, os alunos, sua maioria, poderá ter acesso ao conteúdo, efetuando as pesquisas, na revista on-line, assim envolvendo os alunos de todas as séries.



Justificar os porquês dos objetivos; A revista Recreio vem impressa para a escola, mas não há viabilidade de se trabalhar com todos os alunos da 4º série e os demais alunos das outras séries, também se interessam pelo conteúdo da mesma.

Nesta revista, se apresentam artigos, curiosidades, jogos e passatempos interessantes para todas as séries, também acessíveis pela meio digital, onde facilita ao acesso das demais séries neste conteúdo. Existem tópicos, que nos remetem a novos temas e novas informações.



Metodologia: Quinzenalmente, quando chega a revista, distribuímos um exemplar para cada sala, onde o professor irá orientar sobre o desenvolvimento das atividades da mesma, propondo a interação com a mídia digital, onde assim, todos os alunos poderão efetuar as atividades, efetuar as pesquisas e até mesmo, explorar em outros sites. Assim o trabalho se torna mais rico e mais motivador.

O professor explora junto com os alunos, algum tema relevante a cerca do trabalho a ser desenvolvido. Ex Filme “Era do gelo”

O professor transmite o filme “Era do gelo” com o DVD.

O professor apresenta a revista recreio on-line, na edição sobre o filme “Era do gelo” http://recreionline.abril.com.br

Através do estudo desses animais, podemos interagir com outros EX. Pesquisa sobre o Morcego. Aqui pode ser feita na própria revista ou no www.google.com

No próprio site da revista recreio, tem temas a serem desenvolvidos com animais. Link “fique por dentro”.

No link “atividades”, temos várias atividades e experimentos que podem ser realizados em sala de aula e até mesmo para uma exposição cultural.

Além de o site poder ser explorado pelos alunos e professores, apresenta dicas para os pais e professores.

No link “especiais”, temos alguns temas de muito interesse, como por exemplo, começar a trabalhar o Natal.



Resultados esperados: Um maior envolvimento dos alunos e do professor, frente a esse material que está sendo distribuído na escola.

Um maior alcance no acesso a revista com uma melhor capacitação dos alunos e também do professor.



Período de realização: Durante o ano, pois a revista vem periodicamente.



Forma de socialização das produções: Realização de trabalhos, que serão expostos em um painel no corredor das salas de aula. Esses painéis são de fácil visualização por todos, pois estão em lugares de grande circulação de alunos e pais.



Referências do material pesquisado: Revista Recreio, Editora Abril

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

CONCEITO DE TECNOLOGIA UTILIZADA NA ESCOLA

Tecnologia são meios, os apoios, as ferramentas que utilizamos para que os alunos aprendam.


A forma como os organizamos em grupos, em salas, em outros espaços, isso também é tecnologia.

O giz que escreve na lousa é tecnologia de comunicação e uma boa organização da escrita, facilita e muito a aprendizagem.

A forma de olhar, de gesticular, de falar com os outros, isso também é tecnologia.

O livro, a revista e o jornal são tecnologias fundamentais para a gestão e para a aprendizagem e ainda não sabemos utilizá-las adequadamente.



Tecnologias disponíveis na escola



 Sala 01

TV VÍDEO DVD

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 Sala de informática e leitura

06 computadores 01 servidor

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TV vídeo DVD

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Data Show

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Livros PNLD 2010

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Livros paradidáticos

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Revista Recreio

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Gibis

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Encarte Recreio

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Ciência Hoje

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 Sala dos professores

01 computador 01 impressora 01 TV

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Sugestões para o próximo ano

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PROJETO PEDAGÓGICO UTILIZANDO MÍDIAS

Ensinar é organizar situações de aprendizagem. A criação de ambientes de aprendizagem, com a presença das tecnologias, significa utilizá-las para a representação, a articulação entre pensamentos e a realização de ações que podem ser depuradas e reformuladas com vistas a novos patamares de compreensão.


Em um projeto pedagógico que envolva o uso das mídias, levantaremos as seguintes questões.



Quais os programas e projetos existentes na escola?

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Quais as tecnologias utilizadas?

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Como são utilizadas? Por quem?

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Existe um planejamento para a sua utilização viável no desenvolvimento de práticas pedagógicas integradoras das diferentes mídias?

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Como os profissionais se organizam no trabalho com as tecnologias?

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O fato de ter tecnologias na escola garante o seu uso no processo de ensino aprendizagem?

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

MÍDIAS: ALFABETIZAÇÃO X LETRAMENTO

Público a ser envolvido:

Professores de Ensino Fundamental I e especialista de Ed. Física e Ed. Artística.



Mídias a serem utilizadas:

As mídias disponíveis na escola

Rádio

TV Vídeo DVD

Computador com Internet

Livros didáticos e paradidáticos

Data Show



Objetivos;

Proporcionar aos professores a exploração das tecnologias disponíveis na escola para que possam integrá-las ás suas atividades em sala de aula.



Justificar o porquê;

É fundamental propiciar ao educador uma formação continuada em serviço, de forma que ele possa identificar e analisar problemáticas envolvidas em sua atuação, bem como encontrar alternativas para superá-las tendo como base os novos paradigmas e metodologias que permitam transformar o seu fazer profissional. Para isso, as TIC serão o suporte para a realização de atividades colaborativas cujas produções permitam enfrentar os problemas da realidade. Apropriar-se do Como, porque , para que e quando se usa as mídias, objetivando seu potencial profissional.



Metodologia:

No horário do HTPC, semanal,

 Assessorar os professores sobre o uso dos computadores e da Internet.

 Debater o seu uso, relacionando o planejamento com as facilidades metodológicas que ele dispõe.

 Buscar dentro do livro didático, oportunidades de relação com as mídias, diversificando assim a metodologia do professor.

 Levar o professor a buscar seu próprio caminho, através de sites de pesquisa do uso das TIC, em sala de aula.

 Debater o uso do rádio, como subsídio pedagógico e não como um simples som a mais na sala de aula.

 O uso da TV, com objetivos claros e não só como “distração” Apresentação de programas, filmes, desenhos etc que possam dar suporte aos projetos dos professores.

 O uso responsável da Internet, como fonte de pesquisa e fortalecimento do conteúdo do livro impresso.

 Perceber a relação entre o livro impresso e seu aprimoramento, com o uso das diversas mídias.



Resultados esperados:

Um envolvimento maior dos professores, quanto ao uso das mídias e uma reflexão sobre o seu uso racional e eficaz.



Período de realização;

No decorrer do ano letivo, pois se trata de uma formação continuada e se tratando de mídias, temos de ressaltar de que as mídias estão sempre em evolução e o seu aprendizado é constante.





Critérios de avaliação;

A efetivação dos trabalhos dos professores.

Um melhor aproveitamento dos recursos tecnológicos da escola.

Uma maior motivação por parte dos professores, em rever suas metodologias.

Uma mudança nos paradigmas convencionais da estrutura escolar.





Forma de socialização das produções:

Com a efetivação de Blogs dos professores, onde serão espaços de divulgação pessoal, de mostrar a identidade, de interação de trabalhos com outros professores, onde surgirá uma rede de aprendizado. Aprender fazendo.



Referências do material pesquisado.

ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática democrática.

_________________, A gestão das tecnologias na escola.

Integração das tecnologias na educação. Salto para o futuro SEED

domingo, 8 de novembro de 2009

DIAGNÓSTICO DAS MÍDIAS NA ESCOLA

A escola possui uma sala de informática equipada com oito computadores ligados em rede por um servidor. O programa é o Windows Vista, mas não armazena documentos ou programas. Todos os trabalhos realizados pelos alunos são salvos no meu pen-drive e abertos nas referidas aulas. No meu pen-drive, tem uma pasta para cada professor. Onde armazeno os trabalhos. Os trabalhos, depois de prontos são impressos e/ou publicados em meu blog.

A Tv e o vídeo, estão colocados em uma sala, onde os professores podem levar o “carrinho” com a TV / vídeo e DVD para a sala de aula. Na sala de informática, temos uma TV.

Os rádios são num total de seis com CD e rádio.

Pergunta: “Com todo esse material, o professor desenvolve um trabalho diferenciado?”

As vezes, pois a TV Vídeo e DVD, é vista como “passatempo”. Poucos professores elaboraram um projeto com esse tipo de mídia.

O rádio é de mais acesso, os professores especialistas usam com mais freqüência.

O computador é visto como algo novo, pois os professores, com esse projeto que desenvolvo na escola “Mídias na escola”, estão começando agora a se envolverem mais com esse tipo de mídia. Os professores estão na fase de experimentação de sites e a busca de novidades que facilitem ou incrementem suas aulas. Alguns professores já fizeram seus blogs

Profª Cristina http://cristina-conscinciacrist.blogspot.com/

Profª Marly http://professoramarly.spaces.live.com

Profª Bartira http://bailandocomigo.blogspot.com/

Profª Eliana http://atividadesdeeliana.blogspot.com

Livro impresso, temos uma grande quantidade de livros didáticos que estão sendo distribuídos para os alunos, com o objetivo de reforçar as atividades desenvolvidas em sala de aula. Também em livro impresso, temos nossa sala de leitura, com um acervo de mais de 27.000 livros paradidáticos, onde os alunos semanalmente levam emprestados para casa e efetuam a leitura com os pais. Eles levam também a ficha de leitura e a retorna na semana seguinte, onde esta fica exposta em um painel de leitura.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

MIDIAS NA ESCOLA

           Na era da tecnologia, uma infinidade de mídias, especialmente as que visam a comunicação em massa, fazem parte da vida das pessoas como se fosse algo indissolúvel delas próprias. Essas mídias: TV; Internet; rádio; revista; jornal; Cd; DVD; cinema, visam o controle comportamental das pessoas e estão carregadas de ideologias que acabam por citar padrões de comportamento, definindo o que é belo, o que oferece status, poder, controle. As mídias são usadas para manipular, ao mesmo tempo em que são manipuladas.
            A escola, em épocas passadas, era tida como “detentora” dos saberes, mas hoje, encontra-se em partes, desorientada, assim como muitos pais, por não conseguirem dar conta de acompanhar a evolução tecnológica. Os professores deveriam ser o elo de ligação entre os conhecimentos e os alunos, agora ocupam um papel coadjuvante no processo, ou por falta de conhecimento, insegurança ou mesmo criticidade.
            O nosso sistema educacional é fragmentado e vem “de cima para baixo”, muitas vezes assim, não indo de encontro a realidade do aluno e o seu objetivo de aprender na escola.
            A aprendizagem se faz em qualquer lugar, com os vários tipos de mídias que dispomos. Então: Porque aprender na escola? O que aprender na escola? Para que aprender na escola?
            A educação escolar supõe uma seleção no interior da cultura e um reelaborar dos conteúdos da cultura a serem transmitidos, ou seja, os conteúdos a serem recortados entre todos os conhecimentos sistematizados e acumulados historicamente pela sociedade, que deverão fazer parte do currículo.
            O currículo escolar, não é apenas algo a ser reproduzido, mas a ser modificado e reconstruído, promovendo a interação entre teoria e prática.
            A discussão sobre novos currículos e práticas educacionais torna-se fundamental neste cenário, pois de nada adianta trocar a roupagem de velhas práticas. Portanto, a inserção de tecnologias da informação e comunicação é entendida em conjunto com novas oportunidades para se repensar e redesenhar os currículos e traduzir novas práticas à luz da discussão de novas aprendizagens.
            São muitos os recursos a nossa disposição para aprender e para ensinar. O novo currículo, para ter significado para o aluno, tem de estar articulado ao aprender fazendo e transformando. A escola ainda é a organizadora e certificadora principal do processo de ensino-aprendizagem.
            O professor é a chave desse processo, é o elo de interação entre os conhecimentos universais, proporcionados pelas mídias e a articulação de um conteúdo escolar, onde se organiza e certifica-se no processo dessa aprendizagem.
            Criar ambientes de aprendizagem com a presença das TIC’s significa utilizar a TIC para a representação, a articulação entre pensamentos, a realização de ações, o desenvolvimento de reflexões que questionam constantemente as ações e as submetem a uma avaliação contínua.
            As TIC’s na escola é vencer desafios, ousar, articular saberes, tecer redes de conhecimento, tornando possível ao propiciar ao educador o domínio da TIC e o uso desta para inserir-se no contexto e no mundo.

domingo, 11 de outubro de 2009

MIDIAS E LIVRO IMPRESSO

O livro impresso é o “amuleto” para qualquer estudo, pois somos formados a receber o conhecimento de forma linear e progressiva, assim como é o ensino em nossas escolas. Eu vejo o livro como um ensino organizado e seguro, onde as dificuldades do estudo são gradativas. A Internet nos traz informações de todos os pontos, mas sem querer, organizamos essas informações de uma forma linear e assim, elaboramos o nosso próprio livro de estudo.


O exemplo mais claro seria o próprio curso, pois efetuamos várias formas de leituras em um hipertexto. Eu registro minhas leituras, as organizo, coloco minhas análises sobre elas e as devolvo em forma de textos nos fóruns. Essa escrita ou esse retorno tem de ser organizado e linear, como o texto impresso, para que haja uma clara compreensão da idéia do autor (eu que publico no fórum) e dos demais para interagirem com a minha idéia.

O livro impresso é uma referência cultural, pois quando adquirimos conhecimento e interagimos nos transformamos e assim, podemos nos desviar do foco cultural que nos permeia. Um exemplo disso seria o freqüente uso da linguagem eletrônica, que acaba se tornando pobre e daí, a necessidade de uma interação maior com a linguagem culta, com vocabulário diversificado, frases com sentido e seqüência de idéias.

Além do mais, esse material é concreto; um livro “não desliga e perde os dados” ou “fica fora do ar”. Ele permanece intacto para ser lido por várias gerações.

Alguém já pensou em ler “O nome da rosa”, que provavelmente foi lido no início da faculdade (o meu caso 1988) e lê-lo agora, depois de alguns anos? Será que irei interpretá-lo da mesma forma? Apesar de ser o mesmo livro, com a mesma capa, com a mesma escrita? A minha interpretação do livro atualmente, levando em consideração toda uma vivência nesses anos, provavelmente não será a mesma de 10 anos atrás.

A TV E A ESCOLA

A televisão é um meio de comunicação em massa, acessível a quase todos, se não for a todos e de grande influencia, pois é através dela que se dá os “adornos” da nossa sociedade. Ela também é sedutora, pois usa sons, cores e imagens para captar a atenção do telespectador.


A televisão é cultural, faz parte de nossas vidas e, assim sendo, os alunos trazem para a escola, o seu aprendizado com a televisão.

Ai cabe ao professor, não mais filtrar o que o aluno vê, mas propor uma reflexão para o aluno do que ele vê. Clarear para o aluno que nem tudo que a TV transmite é verdade ou traz uma boa formação cultural para ele.

Ao professor na escola, não cabe rever a programação, mas discutir com os alunos a programação já existente, posicionando os aspectos positivos e negativos.

O aluno já vem para a escola com uma grande carga de estresse por conta do excesso de informação disponível na mídia, aqui não só TV, mas rádio, jornal, Internet.

Quando um aluno vem para a escola, tratando de algum programa que viu na TV, não adianta o professor bloquear. Ai é a hora de parar e discutir esse programa. Colocar o aluno no centro do entendimento daquilo que lhes foi transmitido, assim podemos apontar valores, regras, normas que devem ou não ser seguidas, visando sua formação social, moral e ética.

PAPEL DA TV NA ESCOLA

JUSTIFICATIVA


Em épocas passadas, a escola era a “detentora” de saberes, hoje encontra-se em partes, desorientada, assim como muitos pais, não conseguem dar conta de acompanhar a evolução tecnológica.

Os professores que deveriam ser o elo de ligação entre o conhecimento e os alunos, agora ocupam um papel de coadjuvantes no processo, ou por falta de criatividade ou por falta de conhecimento, mas no caso da TV, temos o hábito de ver TV como laser e não com o olhar crítico na programação e efetuar os elos necessários com o conteúdo a ser trabalhado em sala.



OBJETIVO

Proporcionar aos professores, momentos de reflexão e práticas com o recurso de TV / Vídeo, integradas aos conteúdos trabalhados em sala de aula. Não só pela TV aberta, mas também através de vídeos educativos, como fonte de enriquecimento do conhecimento.



TEMA A SER TRABALHADO

Alimentação saudável



PÚBLICO ALVO

Alunos do ciclo I do ensino fundamental



PERÍODO DE REALIZAÇÃO

Outubro e Novembro, finalizando na Exposição Cultural



CONTEÚDO

TV aberta. Propaganda de alimentos e saúde

Vídeo Alimentação saudável

Internet, Pesquisa sobre alimentação saudável e jogos pedagógicos, envolvendo o referido tema.



METODOLOGIA

Apresentação de vídeo na escola “Alimentação saudável”

Trabalho de pesquisa em casa, com os pais pela TV, sobre tipos de propagandas, referentes a alimentação saudável.

Pesquisa sobre tipos de alimentação e pirâmide alimentar.

Trabalho com os pais e alunos, sobre hábitos de higiene e alimentação balanceada.



AVALIAÇÃO

Será contínua, através da exposição dos trabalhos realizados na classe e em casa.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

ATIVIDADES DOS ALUNOS

A aula de informàtica È muito legal e nós adoramos que a professora Eliana ensina a gente a fazer lições pelo computador Obrigada pelas aulas ♥♥♥♥♥♥ fica com deus

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

video

HÁBITOS DE HIGIÊNE


Vídeo ESPIRRO

SINOPSE
Através de uma forma lúdica, ilustrar para as crianças noções de higiene e a facilidade que temos de transmitir viroses ou qualquer outro tipo de doença para outras pessoas.

FICHA DE ATIVIDADE

PÚBLICO ALVO
Alunos do ensino fundamental I

ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO

1º Discutir com os alunos, apesar da melhora em relação a gripe A, ainda estamos em riscos, pois o clima e as condições da escola, propiciam um aumento dos casos de viroses.

2º Explicar a apresentação de um vídeo, sobre a mais simples das transmissões de virose.

3º Após a apresentação, propor aos alunos, discutindo o que acharam de mais interessante.

4º A partir dos dados levantados pelos alunos, retornar o vídeo, fazendo pausas e relacioná-las com os aspectos de higiene pessoal e manipulação de alimentos.

5º Elaborar cartazes ilustrativos, indicando hábitos de higiene e manipulação de alimentos, não só na escola, mas em casa ou qualquer outro lugar.


quarta-feira, 2 de setembro de 2009

USO PEDAGÓGICO DAS MÍDIAS

PALAVRAS INICIAIS

O que temos na escola? Uma sala de informática, com acesso a Internet, composta por 09 computadores (para 35 alunos), ligados em rede com um servidor. Não há manutenção, inclusive a impressora não está sendo usada porque não tem tinta e os computadores foram trocados e a impressora não foi instalada, lembrando que a instalação dos equipamentos e programas não é feita pela escola e sim pelo órgão responsável pela manutenção. Sabe como é né..............
A TV e vídeo? Antigas e muitas vezes não funcionam direito.
Nas escolas não há um trabalho sobre o uso pedagógico das mídias disponíveis ali.
Antes de mais nada, o que seria USO PEDAGÓGICO DAS MÍDIAS?

USO PEDAGÓGICO DAS MÍDIAS

Mídias é um vasto e complexo sistema de expressão, de comunicação e veiculação da informação, através do rádio, TV, jornal, Internet, máquina fotográfica, câmeras. Essas formas e instrumentos da mídia estão cada vez mais se fundindo em sistemas inter-relacionados.
A informação e o conhecimento não se encontram mais fechados no âmbito da escola, mas foram democratizadas. O novo desafio que se abre na educação, frente a esse novo contexto, é como orientar o aluno, a saber, o que fazer com essa informação, de forma a internaliza-la como conhecimento e, principalmente, como fazer para que ele saiba aplicar este conhecimento de uma maneira independente e responsável. Aqui não só o aluno, mas também o professor, orientá-lo ao uso pedagógico. Esse uso pedagógico seria o uso desses recursos na efetivação do processo ensino-aprendizagem.
O processo ensino-aprendizagem na escola se pauta em um conteúdo a ser trabalhado, onde fica a cargo do professor, resgatar esse conteúdo da realidade do aluno, para que a aprendizagem seja mais significativa.
A escola atualmente tem de ser um espaço onde ocorre a interação do indivíduo, no meio social e possibilitando que este mesmo indivíduo interaja na sociedade a transformando. Essa mesma escola não pode ficar inerte as mudanças sociais, sob pena de ficar na mesmice e distante do social, sem sentido de existir.
Aqui falo no sentido de existir porque, se temos as TIC’s que nos traz conhecimentos, informações, por que uma criança vai a escola? A mídia ensina tudo.........
A linguagem das mídias, repletas de imagens, movimentos e sons, atraem as gerações mais jovens que trazem para a sala de aula as suas experiências de cotidiano e se expressam conforme o seu mundo. Nesse contexto, o professor perde espaço, deixa de ser o centro das informações. Perde o controle do ensino, pois o professor foi formado para transmitir os conhecimentos.
O professor não pode se ver perdendo espaço para as mídias, mas sim procurar enxergá-las como aliadas para a produção de seu trabalho.
O trabalho do professor tem de ter respaldo na realidade que a mídia nos traz. Mas para isso, o professor e a escola têm de ter claro o uso pedagógico da mídia.
O uso pedagógico seria usar as mídias paras incrementar seu conteúdo com a realidade do aluno, para que esse conteúdo seja significativo e proporcione ao aluno o desejo de mais conhecimentos e conseqüentemente mais mudanças na sua forma de pensar e agir. Com o conteúdo mais incrementado, a escola se torna mais atraente e significativa e o professor mais seguro no processo de ensino-aprendizagem.

domingo, 30 de agosto de 2009

RADIO REPENSANDO A PRÁTICA PEDAGÓGICA

RÁDIO MÍDIA PEDAGÓGICA


JUSTIFICATIVA
Com o término do módulo rádio, percebi que as mídias se inserem no espaço escolar, mas não na prática individual do professor.
Os pressupostos educacionais atuais, considera-se que as múltiplas dimensões do ser humano: intelectual, emocional, social e cultural precisam ser integradas nessas propostas.
Acreditar no ser humano e em suas capacidades e potencialidades e repensar a educação envolve diversificar as formas de agir e de aprender, considerando a cultura e os meios de expressão que a permeiam.
O uso dos recursos das diferentes mídias pode contribuir para o indivíduo desenvolver suas compreensões sobre o mundo e sobre a cultura em que vive, além de provocar transformações nas formas de perceber e aprender.
Aqui falo que antes de chegar no aluno, temos de preparar e desenvolver essa prática pedagógica no professor.
A tecnologia avança, mas a didática do professor não, continuamos com o mesmo tipo de sala, com a mesma escolha de livros didáticos, com a lousa e o giz e as mídias, são vistas na escola, como uma sala a mais, com horários agendados, como se fossem umas aulas extras. Continuamos com a mesma grade curricular, onde não temos flexibilidade e diversidade.

OBJETIVO
Proporcionar ao professor, momentos de reflexão e prática pedagógica com as diversas mídias presentes na escola.
Caminhar a uma prática pedagógica integrada a materiais e mídias diversificadas relaciona-se o que é ensinado na escola com as atuações dos alunos em determinados contextos.

PÚBLICO ALVO
Professores do ensino fundamental I, dispostos a um trabalho de reflexão e formulação pedagógica.

PERÍODO DE REALIZAÇÃO
2º semestre de 2009, sendo uma hora semanal no horário de estudo coletivo do professor.

METODOLOGIA
Através da exploração dos recursos tecnológicos disponíveis na escola. O professor vai se apropriar desse conhecimento. Conseqüentemente o professor fica mais seguro na sua utilização. Essa segurança o torna mais capaz de ousar e incrementar sua didática.

CONTEÚDO
Conhecimento através da exploração e experimentação:
*O computador e seu funcionamento
*A Internet
*O rádio e o CD
*A TV e o vídeo
*O Data-Show

AVALIAÇÃO
Coletiva ao final da aula, através de críticas e sugestões.

FORMAS DE REGISTRO
Registro das práticas através da observação do trabalho desenvolvido.
Registro das produções do professor individual ou em grupo
Esse registro deverá ser feito por mim e pela coordenação pedagógica da escola.
Esse projeto será apostilado com material do curso de mídias na educação, promovido pela USP e pesquisas em sites educativos que utilizem as mídias na educação.
www.educarede.org.br
www.portaldoprofessor.gov.br
www.mec.gov.br
www.universia.com.br
www.neteducacao.com.br

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

PRODUÇÃO DE MATÉRIAL PARA A RADIO ESCOLAR





Classe dividida em grupos por temas













Entrevista com a direção da escola















Pesquisa na Internet sobre notícias e documentários










Grupos por temas
DOCUMENTÁRIO
MÚSICA
NOTÍCIAS
ENTREVISTA











Informes sobre o Conselho de Escola e APM










Elaboração do conteúdo por temas














Ensaio do grupo de música












Recursos disponíveis na sala de aula, para a execução do projeto

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

RÁDIO ESCOLAR

PROJETO
RÁDIO: A INFORMAÇÃO ALCANÇA

PÚBLICO ALVO: Professores e alunos da 3ª série do Ciclo I

MÍDIAS: Micro computador, Rádio gravador com CD, Microfone.

OBJETIVO: A escola tem de provocar nos alunos, o letramento através de textos midiáticos para estimular atividades de leitura e/ou produção de textos. Textos estes que se aproximam de gêneros textuais como: notícias, reportagens, artigos, entrevistas.
Esse grande material tem na mídia radiofônica, onde encontramos todos esses gêneros e principalmente, são motivadores, pois se trata da realidade social.

JUSTIFICATIVA: Devido o momento da propagação da Gripe A, se faz necessário tomarmos medidas de socialização e divulgação no espaço escolar, sobre procedimentos a serem tomados pela população, para que o vírus não se espalhe, contagiando um grande número de pessoas.

METODOLOGIA: A rádio escolar pode se desenvolver a partir de grupos de alunos, que orientados por professores, que elaborarão um programa que envolva: notícias, músicas e informes da escola. Os alunos seriam divididos em grupos por temas, onde eles buscariam informações no rádio, sobre notícias e músicas. As notícias, entre outras, seriam sobre o tema da Gripe A. As músicas seriam de acordo com o repertório de preferência dos alunos. Os informes da escola, seriam informações que a escola, disponibiliza para todos os alunos, referente ao andamento escolar. Ex. Programação de reposição de aulas, APM, Conselho de Escola. Após a pesquisa sobre os temas, seria montada uma programação, onde eles mesmos seriam os locutores, para a divulgação desses dados. Essa divulgação seria no espaço do intervalo, onde os alunos teriam um microfone com amplificador, e um rádio com CD.

PROGRAMAÇÃO
Noticias: Informes de prevenção sobre a Gripe A
Músicas: De acordo com o repertório de preferência do aluno
Informes: Serão divulgados os informes da escola, sobre a reposição de aulas, Desenvolvimentos dos projetos, Conselho de Escola e APM.

RESULTADOS: Os resultados esperados seriam, além dos informes que seriam essenciais para a prevenção da gripe, seriam o desenvolvimento da atenção por parte do aluno, durante o intervalo, onde se poderia evidenciar uma melhora na disciplina neste espaço.

AVALIAÇÃO: A avaliação deverá ser realizada pela coordenadora pedagógica, através do acompanhamento de todo o desenvolvimento do projeto.

PROFESSORES ENVOLVIDOS: Eliana – sala de leitura e informática e Marly – 3º série E

quarta-feira, 29 de julho de 2009

PERFIL DO OUVINTE DE RÁRIO NA ESCOLA

Esse bilhete foi enviado aos pais, para que pudéssemos ter um perfil do uso do radio em casa e também sugestões e críticas quanto ao seu uso na escola

Srs Pais, gostaria de que me respondessem esse questionário, pois estamos elaborando algumas atividades diferenciadas.
Grata
Profº Eliana
Sala de leitura

65 pesquisas

1) Com que freqüência, habitualmente, ouço o rádio? Resultados %
a. diariamente 37
b. de vez em quando 24
c. raramente 4

2) Quando ouço o rádio, eu…
a. concentro-me nesta atividade 7
b. tento ouvi-lo enquanto faço outras coisas 52
c ligo e deixo tocar sem prestar muita atenção 6

3) Quando ouço o rádio, em que estou interessado?
a. educação (cursos) 0
b. informação (notícias) 6
c. diversão (música, humor) 59

4) Em minha escola, existem oportunidades para se ouvir o rádio?
a. quase sempre 49
b. eventualmente 11
c. raramente ou nunca 5

5) Dentro de um projeto pedagógico, na minha opinião, o rádio pode ajudar...
a. muito 39
b. um pouco 24
c. nada 2


Críticas e sugestões

Neste espaço, os pais colocaram a importância do uso do rádio na escola para o aprendizado de seus filhos. Muitos deles não se manifestaram e alguns, colocaram que seria interessante, pois seriam algumas novidades onde o aluno se prende mais na escola e aprende.
Os pais também se justificaram o uso não tão freqüente do rádio porque eles trabalham fora e as crianças, quando ficam em casa sozinhas, ficam assistindo TV ou brincando com os irmãos. Os pais se colocaram que não tinham tempo de ficar ouvindo rádio e desconheciam alguma programação cultural.

domingo, 26 de julho de 2009

GRIPE "A" Bastante didático - Fonte; USP

REPASSANDO, FONTE ALTAMENTE CONFIÁVEL!
GRIPE SUÍNA OU GRIPE A
PERGUNTAS E RESPOSTAS:


PERGUNTA
RESPOSTA
1.-
Quanto tempo dura vivo o vírus suíno numa maçaneta ou superfície lisa?
Até 10 horas.
2. -
Quão útil é o álcool em gel para limpar-se as mãos?
Torna o vírus inativo e o mata.
3.-
Qual é a forma de contágio mais eficiente deste vírus?
A via aérea não é a mais efetiva para a transmissão do vírus, o fator mais importante para que se instale o vírus é a umidade, (mucosa do nariz, boca e olhos) o vírus não voa e não alcança mais de um metro de distancia.
4.-
É fácil contagiar-se em aviões?
Não, é um meio pouco propício para ser contagiado.
5.-
Como posso evitar contagiar-me?
Não passar as mãos no rosto, olhos, nariz e boca. Não estar com gente doente. Lavar as mãos mais de 10 vezes por dia.
6.-
Qual é o período de incubação do vírus?
Em média de 5 a 7 dias e os sintomas aparecem quase imediatamente.
7.-
Quando se deve começar a tomar o remédio?
Dentro das 72 horas os prognósticos são muito bons, a melhora é de 100%
8.-
De que forma o vírus entra no corpo?
Por contato ao dar a mão ou beijar-se no rosto e pelo nariz, boca e olhos.
9.-
O vírus é mortal?
Não, o que ocasiona a morte é a complicação da doença causada pelo vírus, que é a pneumonia.
10.-
Que riscos têm os familiares de pessoas que faleceram?
Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão.
11.-
A água de tanques ou caixas de água transmite o vírus?
Não porque contém químicos e está clorada
12.-
O que faz o vírus quando provoca a morte?
Uma série de reações como deficiência respiratória, a pneumonia severa é o que ocasiona a morte.
13.-
Quando se inicia o contagio, antes dos sintomas ou até que se apresentem?
Desde que se tem o vírus, antes dos sintomas..
14.-
Qual é a probabilidade de recair com a mesma doença?
De 0%, porque fica-se imune ao vírus suíno..
15.-
Onde encontra-se o vírus no ambiente?
Quando uma pessoa portadora espirra ou tosse, o virus pode ficar nas superfícies lisas como maçanetas, dinheiro, papel, documentos, sempre que houver umidade. Já que não será esterilizado o ambiente se recomenda extremar a higiene das mãos.
17.-
O vírus ataca mais às pessoas asmáticas?
Sim, são pacientes mais suscetíveis, mas ao tratar-se de um novo germe todos somos igualmente suscetíveis.
18.-
Qual é a população que está atacando este vírus?
De 20 a 50 anos de idade.
19.-
É útil a máscara para cobrir a boca?
Existem alguns de maior qualidade que outros, mas se você não está doente é pior, porque os vírus pelo seu tamanho o atravessam como se este não existisse e ao usar a máscara, cria-se na zona entre o nariz e a boca um microclima úmido próprio ao desenvolvimento viral: mas se você já está infectado use-o para não infectar aos demais, apesar de que é relativamente eficaz.
20.-
Posso fazer exercício ao ar livre?
Sim, o vírus não anda no ar nem tem asas.
21.-
Serve para algo tomar Vitamina C?
Não serve para nada para prevenir o contagio deste vírus, mas ajuda a resistir seu ataque.
22.-
Quem está a salvo desta doença ou quem é menos suscetível?
A salvo não esta ninguém, o que ajuda é a higiene dentro de lar, escritórios, utensílios e não ir a lugares públicos.
23.-
O virus se move?
Não, o vírus não tem nem patas nem asas, a pessoa é quem o coloca dentro do organismo.
24.-
Os mascotes contagiam o vírus?
Este vírus não, provavelmente contagiem outro tipo de vírus.
25.-
Se vou ao velório de alguém que morreu desse vírus posso me contagiar?
Não.
26.-
Qual é o risco das mulheres grávidas com este vírus?
As mulheres grávidas têm o mesmo risco mas por dois, podem tomar os antivirais mas em caso de de contagio e com estrito controle médico.
27.-
O feto pode ter lesões se uma mulher grávida se contagia com este vírus?
Não sabemos que estragos possa fazer no processo, já que é um vírus novo.
28.-
Posso tomar acido acetilsalicílico (aspirina)?
Não é recomendável, pode ocasionar outras doenças, a menos que você tenha prescrição por problemas coronários, nesse caso siga tomado.
29.-
Serve para algo tomar antivirales antes dos síntomas?
Não serve para nada.
30.-
As pessoas com AIDS, diabetes, câncer, etc., podem ter maiores complicações que uma pessoa sadia se contagiam com o vírus?
SIM.
31.-
Uma gripe convencional forte pode se converter em influenza?
NAO.
32.-
O que mata o vírus?
O sol, mais de 5 dias no meio ambiente, o sabão, os antivirais, álcool em gel.
33.-
O que fazem nos hospitais para evitar contágios a outros doentes que não têm o vírus?
O isolamento.
34.-
O álcool em gel é efetivo?
SIM, muito efetivo.
35.-
Se estou vacinado contra a influenza estacional sou inócuo a este vírus?
Não serve para nada, ainda não existe vacina para este vírus.
36.-
Este vírus está sob controle?
Não totalmente, mas estão tomando medidas agressivas de contenção.
37.-
O que significa passar de alerta 4 a alerta 5?
A fase 4 não faz as coisas diferentes da fase 5, significa que o vírus se propagou de Pessoa a Pessoa em mais de 2 países; e fase 6 é que se propagou em mais de 3 países.
38.-
Aquele que se infectou deste vírus e se curou, fica imune?
SIM.
39.-
As crianças com tosse e gripe têm influenza?
É pouco provável, pois as crianças são pouco afetadas.
40.-
Medidas que as pessoas que trabalham devam tomar?
Lavar-se as mãos muitas vezes ao dia.
41.-
Posso me contagiar ao ar livre?
Se há pessoas infectadas e que tussam e/ou espirrem perto pode acontecer, mas a via aérea é um meio de pouco contágio.
42.-
Pode-se comer carne de porco?
SIM pode e não há nenhum risco de contágio.
43.-
Qual é o fator determinante para saber que o vírus já está controlado?
Ainda que se controle a epidemia agora, no inverno boreal (hemisfério norte) pode voltar e ainda não haverá uma vacina.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

LETRAMENTO X RÁDIO, UMA QUESTÃO POSSÍVEL!


Letramento é um conjunto de atividades de linguagem – práticas sociais letradas – envolvendo o uso de um conjunto de gêneros de textos orais e escritos,que ocorrem com o atividades significativas de linguagem, isto é, de interesse real dos alunos.
O letramento, segundo os pressupostos de Street (1984) no que concerne o letramento ideológico, trata-se de instaurar na escola, um espaço para a prática de atividades de linguagens e ambientes discursivos diversos, não somente escolares, mas que de fato ocorre cotidianamente no tecido social, como por exemplo, a audição e a produção de um programa de rádio.
A mídia, mais do que a família, a escola, a igreja, exerce hoje uma grande pressão no agir em sociedade da maioria das crianças, adolescentes e jovens.Esse tipo de mídia, o rádio está inserido como de uma maior acessibilidade por todos os lares, pois quem não tem pelo menos um radinho?Uma das grandes características desse tipo de mídia é a sua facilidade de deslocamento, pois com um pequeno rádio, ganhamos um facilidade de deslocamento entre espaços escolares, diferente do computador que está em um espaço físico fixo.
A escola deve dar aos estudantes a oportunidade de fazer uma leitura crítica da mídia e possa compreender o seu discurso de forma sistematizada. Por isso, o caminho é o engajamento na atividade de linguagem significativa de natureza midiática (por exemplo a produção de gêneros, quadros e programas radiofônicos) para refletir sobre e entender os mecanismos desse discurso a partir dos seus bastidores.
A escola tem de provocar nos alunos, o letramento através de textos midiáticos, para estimular atividades de leitura e/ou produção de texto, textos estes que se aproximam de gêneros textuais como: notícias, artigos, reportagens, crônicas, entrevistas, visto que ampliam a visão de mundo dos estudantes, acostumados na escola a associar o ato de ler apenas à leitura de textos do ambiente discursivo literário.
Na escola, o rádio por ser uma mídia de mais fácil acesso e conhecimento de todos os segmentos sociais, facilita, inclusive a participação de pais, funcionários e os demais segmentos da comunidade escolar.
A implantação de uma mídia radiofônica no ambiente escolar funciona como contraponto ao discurso escolar tradicional, alicerçado em transmissão de conteúdos assépticos e em relações assimétricas de poder, onde a maior parte do tempo destinado á aprendizagem se centraliza na voz do professor que fala e o aluno que ouve passivamente, senão é chamado de indisciplina.
Um letramento radiofônico, se efetiva pela construção de uma mídia própria e adequada à comunidade escolar. Uma mídia que se configure como decorrência de atividades significativas de linguagem, em que os sujeitos envolvidos em sua construção (pais, professores, alunos, funcionários e comunidade escolar) posam agir como atores capazes e responsáveis, discutindo como e, sobretudo o que querem comunicar.
Para a implementação de um programa de rádio escolar, temos de que primeiro traçar um perfil de nossa comunidade ouvinte e a partir daí, implementar na escola, atividades em que o uso da mídia radiofônica, possa interferir de maneira positiva no processo ensino-aprendizagem.
Uma proposta simples, mas que poderá ser o chute inicial, seria a de que, no intervalo, teríamos música e informes através de um canal muito simples, que tem na maioria das escolas, sem elevados custos de instalação e manutenção, que seria um rádio com CD e um microfone.
A programação musical e os informes, seriam discutidos e elaborados por uma equipe de alunos e um professor, podendo também ter a participação dos demais segmentos da comunidade escolar.
Esse espaço pode ser aberto ao conselho de escola e APM, pois estes são canais que ligam e potencializam a participação dos pais, nas atividades escolares de seus filhos.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

questionário sobre o rádio

1) Com que freqüência, habitualmente, ouço o rádio?
a. diariamente
b. de vez em quando
c. raramente

2) Quando ouço o rádio, eu…
a. concentro-me nesta atividade
b. tento ouvi-lo enquanto faço outras coisas
c. ligo e deixo tocar sem prestar muita atenção

3) Quando ouço o rádio, em que estou interessado?
a. educação (cursos)
b. informação (notícias)
c. diversão (música, humor)

4) Em minha escola, existem oportunidades para se ouvir o
rádio?
a. quase sempre
b. eventualmente
c. raramente ou nunca

5) Dentro de um projeto pedagógico, na minha opinião, o
rádio pode ajudar...
a. muito
b. um pouco
c. nada

Como os resultados em mãos, poderemos saber o perfil de ouvinte que temos em nossa escola e desenvolver uma atividade que vá de encontro as expectativas de educadores e educandos.

Mídias Rádio

O rádio é uma das formas de leitura, pois temos o papel do ouvinte, receptor e o papel do locutor ou reprodutor de uma determinada leitura. Estamos trabalhando com as várias formas de leitura, interagindo com as mídias. Chegou a hora de trabalharmos com o rádio, pois este é de mais fácil acesso a professores e alunos, pois na escola temos uma quantidade suficiente de rádios, em que o prófessor pode levar para a sua sala e trabalhar, por um período mais flexível.

interação livros e internet

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registro e produção

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PROJETO LEITURA TRANSPONDO OS MUROS DA ESCOLA



Justificativa
A educação engloba os processos de ensinar e aprender, de ajuste e adaptação e a escola é um espaço de transmissão desses conhecimentos, através dos tempos e ritmos peculiares. Portanto, a escola não pode ficar a parte das transformações sociais e tecnológicas, pois inserem as pessoas na sociedade, transformando-a.
A escola também tem de se inserir nessas novas formas de ensinar e aprender. Precisa se desprender de teorias e práticas individuais e agrupadas por série ou faixa etária, moldada pelo professor e adquirir novas oportunidades para se repensar e redesenhar os currículos e introduzir novas práticas à luz da discussão de novas aprendizagens.


Objetivo
Proporcionar aos professores e alunos, um acesso maior e mais seguro sobre as tecnologias da educação. Possibilitando ao professor um maior conhecimento dessas tecnologias e conseqüentemente uma maior segurança na sua aplicabilidade.


Pessoal envolvido
Alunos e professores das 4ª séries do ensino fundamental.


Duração
Um semestre, com uma aula semanal de 2 horas, para cada classe



Recursos utilizados
Sala utilizada; informática e leitura
Computadores
Pen-Drive
Email
Impressora


Estratégia
Em conjunto com o planejamento do professor, discutir com ele, um conteúdo a ser desenvolvido de uma forma mais profunda; com pesquisas sobre o tema; interação com entidades sobre o tema; atividades práticas para toda a escola.
Um tema que pode ser abordado pelos alunos e aprofundado os conhecimentos seria ALIMENTAÇÃO, pois nesta idade, os alunos já começam a se preocupar com a própria alimentação.
O professor discute com eles a questão da alimentação:
Para que serve os alimentos?
Tipos de alimentos
Manipulação de alimentos
Cardápio
Desenvolver uma pesquisa http://www.google.com/ sobre as questões abordadas, registrar, discutir com colegas e elaborar um programa de conscientização alimentar, com exposição de material e informações nutricionais.


Áreas envolvidas
*Português; Pesquisa de texto
*Educação Artística; material ilustrativo.
*Matemática; Gráficos e comparativos; tabela peso / medidas
*Higiene e saúde; manipulação de alimentos
*Ciências; aparelho digestivo
*Educação Física; brincadeiras e jogos


Avaliação
Será contínua, com o enfoque na efetivação da divulgação dos trabalhos.


Fechamento
Será realizada uma exposição dos trabalhos na Feira Cultural da escola, que será realizada em Outubro.








Eliana Lourenço Marques
Professora Sala de Leitura e Informática
EE Paulo Nogueira Filho

sábado, 20 de junho de 2009

CONECTANDO ENSINAR E APRENDER

Sou readaptada e trabalho na sala de leitura. Quando desenvolvia um projeto com profesores e alunos na questão "O gosto pela leitura", ou seja, proporcionar a alunos , profesores e funcionários, o gosto pela leitura. Em 2007 estava construindo a sala de informática.
A sala de leitura, um espaço pequeno e improvisado, com um bom movimento e a sala de informática grande, com equipamentos novos e "ociosa". Levantou-se a questão da ociosidade e ficou constatado de que os professores não se interessavam pela informática, porque não tinham conhecimento e estava fora do planejamento deles. Neste ano de 2007, fiz o curso "Teia do Saber", foi interessantíssimo, pois ali encontrei uma bagagem muito boa em relação às várias formas de leitura, inclusive a leitura interativa.
Com a bagagem deste curso e a disponibilidade do esspaço na escola, eu incorporei no projeto leitura, a prática digital com professores e alunos. È um trabalho de formiga, mas apresentar aos professores uma nova dinâmica de aula, foi gratificante, pois os professores aprendiam junto com o aluno. A aula se tornou mais participativa.
Digo formiga, pois a disposição do professor, barrava na questão dos conteúdos a serem administrados na classe e o tempo despendido para a integração do uso de informática nesses conteúdos.
Os professores que eram mais familiarizados com a informática se envolviam mais, surgindo assim uma questão: *O professor "perdia o controle" da sala, pois os alunos se auto ensinavam, cada um no seu ritmo e isso levavam o professor e se desestruturar como "organizador" da sala e dos conteúdos.
Se o professor não ficar atente, ele "fica pra trás", em relação aos alunos.
O uso da informática é essencial em uma escola, mas os profissionais que trabalham nela precisam "soltar algumas amaras" e se interagirem no campo do conhecimento. O saber não é único, mas parte e vem de todas as partes.
Enfim, consigo visualizar um caro velho (estrutura da escola) e um carro novo (mídias na educação). Não dá para competir, a escola tem de mudar, senão ela vai ficar cada vez mais defasada e desmotivadora.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Refletindo sobre o impacto tecnológico sobre a educação

O impacto das mudanças tecnológicas se evidencia na educação, quando vemos a escola cada vez mais distante do aluno e o aluno cada vez menos motivado.A escola "guarda pra si" todo o saber, organizado por séries e conteúdos, enquanto que com o advento da tecnologia, o saber se faz a todo o momento e em todos os lugares sem determinação prévia.
Ocorre uma resistência da instituição escola em se moldar as novas tecnologia, pois o medo de perder o controle do saber se faz presente. O papel da escola está ameaçado.
A escola não é só um centro de saber, mas um ponto dentro do saber. Não estou aqui só falando de professor,, pois a mudança precisa vir da estrutura como um todo.

Ambiente alfabetizador

AMBIENTE ALFABETIZADOR

Diz-se que um ambiente é alfabetizador quando promove um conjunto de situações de usos reais de leitura e escrita nas quais as crianças têm a oportunidade de participar. Se os adultos com quem as crianças convivem utilizam a escrita no seu cotidiano e oferecem a elas a oportunidade de presenciar e participar de diversos atos de leitura e de escrita,elas podem, desde cedo, pensar sobre a língua e seus usos, construindo idéias sobre como se lê e como se escreve.

Na escola são variadas as situações de comunicação que necessitam da mediação pela escrita. Isso acontece, por exemplo, quando se recorre a uma instrução escrita de uma regra de jogo, quando se lê uma notícia de jornal de interesse das crianças, quando se informa sobre o dia e o horário de uma festa em um convite de aniversário, quando se anota uma idéia para não esquecê-la ou quando o professor envia um bilhete para os pais e tem a preocupação de lê-lo para as crianças, permitindo que elas se informem sobre o seu conteúdo e intenção.

Todas as tarefas que tradicionalmente o professor realizava fora da sala e na ausência das crianças, como preparar convites para as reuniões de pais, escrever uma carta para uma criança que está se ausentando, ler um bilhete deixado pelo professor do outro período etc., podem ser partilhadas com as crianças ou integrarem atividades de exploração dos diversos usos da escrita e da leitura.

A participação ativa das crianças nesses eventos de letramento configura um ambiente alfabetizador na instituição. Isso é especialmente importante quando as crianças provêm de comunidades pouco letradas, em que têm pouca oportunidade de presenciar atos de leitura e escrita junto com parceiros mais experientes. Nesse caso, o professor torna-se uma referência bastante importante. Se o educador trouxer os diversos textos utilizados nas práticas sociais para dentro da instituição, estará ampliando o acesso ao mundo letrado, cumprindo um papel importante na busca da igualdade de oportunidades.

Algumas vezes, o termo “ambiente alfabetizador” tem sido confundido com a imagem de uma sala com paredes cobertas de textos expostos e, às vezes, até com etiquetas
nomeando móveis e objetos, como se esta fosse uma forma eficiente de expor as crianças à escrita. É necessário considerar que expor as crianças às práticas de leitura e escrita está relacionado com a oferta de oportunidades de participação em situações nas quais a escrita e a leitura se façam necessárias, isto é, nas quais tenham uma função real de expressão e comunicação.

A experiência com textos variados e de diferentes gêneros é fundamental para a
constituição do ambiente de letramento. A seleção do material escrito, portanto, deve estar guiada pela necessidade de iniciar as crianças no contato com os diversos textos e de facilitar a observação de práticas sociais de leitura e escrita nas quais suas diferentes funções e características sejam consideradas. Nesse sentido, os textos de literatura geral e infantil, jornais, revistas, textos publicitários etc. são os modelos que se pode oferecer às crianças para que aprendam sobre a linguagem que se usa para escrever.
O professor, de acordo com seus projetos e objetivos, pode escolher com que gêneros vai trabalhar de forma mais contínua e sistemática, para que as crianças os conheçam bem.

Por exemplo, conhecer o que é uma receita culinária, seu aspecto gráfico, formato em
lista, combinação de palavras e números que indicam a quantidade dos ingredientes etc., assim como as características de uma poesia, histórias em quadrinhos, notícias de jornal etc.

Alguns textos são adequados para o trabalho com a linguagem escrita nessa faixa
etária, como, por exemplo, receitas culinárias; regras de jogos; textos impressos em
embalagens, rótulos, anúncios, slogans, cartazes, folhetos; cartas, bilhetes, postais,
cartões (de aniversário, de Natal etc.); convites; diários (pessoais, das crianças da sala etc.); histórias em quadrinhos, textos de jornais, revistas e suplementos infantis;
parlendas, canções, poemas, quadrinhas, adivinhas e trava-línguas; contos (de fadas, de assombração etc.); mitos, lendas, “causos” populares e fábulas; relatos históricos; textos de enciclopédia etc.

O tempo é – todos nós, professores, sabemos muito bem – um fator de peso na instituição escolar: sempre é escasso em relação à quantidade de conteúdos fixados no programa,nunca é suficiente para comunicar às crianças tudo o que desejaríamos ensinar-lhes em cada ano escolar.

Quando se opta por apresentar os objetos de estudo em toda sua complexidade e por
reconhecer que a aprendizagem avança através de sucessivas reorganizações do
conhecimento, o problema da distribuição do tempo deixa de ser simplesmente
quantitativo: não se trata apenas de aumentar o tempo ou de reduzir os conteúdos: tratase de produzir uma mudança qualitativa na utilização do tempo didático.

Para concretizar essa mudança, parece necessário – além de ousar romper com a
correspondência linear entre parcelas de conhecimento e parcelas de tempo – cumprir
pelo menos duas condições: manejar com flexibilidade a duração das situações didáticas e tornar possível a retomada dos próprios conteúdos em diferentes oportunidades e a partir de perspectivas diversas. Criar essas condições requer pôr em ação diferentes modalidades organizativas: projetos, atividades habituais, seqüências de situações e atividades independentes coexistem e se articulam ao longo do ano escolar.


1. Os projetos – Além de oferecer, como já assinalamos, contextos nos quais a leitura ganha sentido e aparece como uma atividade complexa, cujos diversos aspectos se articulam ao se orientar para a realização de um propósito - permitem uma organização muito flexível do tempo: segundo o objetivo que se persiga, um projeto pode ocupar somente uns dias ou se desenvolver ao longo de vários meses.

Os projetos de maior duração proporcionam a oportunidade de compartilhar com os alunos o planejamento da tarefa e sua distribuição no tempo: uma vez fixada a data em que o produto final deve estar elaborado, é possível discutir um cronograma retroativo e definir as etapas que será necessário percorrer, as responsabilidades que cada grupo deverá assumir e as datas que terão de ser respeitadas para se alcançar o combinado no prazo previsto.

Por outro lado, a sucessão de projetos diferentes – em cada ano letivo e, em geral, ao
longo da escolaridade – torna possível voltar a trabalhar sobre a leitura sob diferentes
pontos de vista, para cumprir diferentes propósitos e em relação a diferentes tipos de
texto.


2. As atividades habituais, que se reiteram de forma sistemática e previsível, uma vez por semana ou por quinzena, durante vários meses ou ao longo de todo o ano escolar, oferecem a oportunidade de interagir intensamente com um gênero determinado em cada ano da escolaridade, e são particularmente apropriadas para se comunicar certos aspectos do comportamento leitor.

Na 1ª série do ensino fundamental, por exemplo, uma atividade habitual que se pode
realizar é “A hora dos contadores de histórias”: as crianças se responsabilizam, de forma rotativa, por contar ou ler um conto que elas mesmas escolheram (orientadas pela professora) e cuja apresentação prepararam previamente, de tal modo que se torne clara e compreensível para o auditório. A criança que assume o papel de “contador de histórias” deve cumprir certos procedimentos: explicar as razões que a levaram a escolher a história, conhecer alguns dados sobre a vida e a obra do autor, comentar com seus companheiros os episódios ou personagens que lhe são atrativos (ou não). Terminada a leitura (ou relato), os demais alunos podem intervir fazendo perguntas ou comentários. A discussão se generaliza: analisam-se as ações dos personagens, comparam-se com outros conhecidos, são feitas apreciações sobre a qualidade do que se acaba de ler…

Em outras séries, a atividade habitual costuma centrar-se em outros gêneros: pode tratar-se do comentário de “curiosidades científicas” – e preparar-se para responder às inquietações que as crianças apresentam sobre o funcionamento da natureza e a
intensificar seu contato com o discurso informativo-científico - ou da leitura e discussão de notícias, atividade dirigida a formar leitores críticos dos meios de comunicação.

As atividades habituais também são adequadas para cumprir outro objetivo didático: o de favorecer a aproximação das crianças a textos que não abordariam por si mesmas por causa de sua extensão. Ler cada semana um capítulo de um romance é uma atividade que costuma ser frutífera nesse sentido. A leitura é compartilhada: a professora e os alunos lêem alternadamente em voz alta; escolhe-se um romance de aventuras ou de suspense que possa captar o interesse das crianças e se interrompe a leitura em pontos estratégicos, para criar expectativa. Algumas crianças - nem sempre as mesmas – se interessam tanto que conseguem o livro para continuar lendo em casa e depois contam a seus colegas os capítulos que já leram para que a leitura compartilhada possa avançar

A forma como se distribui o tempo de aula representa a importância que se atribui aos
diferentes conteúdos. Ao destinar momentos específicos e preestabelecidos que serão sistematicamente dedicados à leitura, comunica-se às crianças que ela é uma atividade muito valorizada. Este é um dos benefícios que as atividades habituais proporcionam.


3. As seqüências de atividades estão direcionadas para se ler com as crianças
diferentes exemplares de um mesmo gênero e subgênero (poemas, contos de aventuras, contos fantásticos…); diferentes obras de um mesmo autor ou diferentes textos sobre um mesmo tema.

Ao contrário dos projetos, que se organizam para elaboração de um produto tangível, as seqüências incluem situações de leitura cujo único propósito explícito - compartilhado com os alunos - é ler.

Ao contrário das atividades habituais, essas seqüências têm um duração limitada a
algumas semanas de aula, o que permite realizar-se várias delas no curso do ano letivo e se ter, assim, acesso a diferentes gêneros. Contribuem para cumprir diversos objetivos didáticos: comunicar o sentido e o prazer de ler para conhecer outros mundos possíveis; desenvolver as possibilidades dos alunos de apreciar a qualidade literária (ou detectar sua ausência); formar critérios de seleção de material a ser lido; gerar comportamentos leitores como o seguimento de determinado gênero, tema ou autor.

No curso de cada seqüência se incluem – como nos projetos – atividades coletivas,
grupais e individuais. Desse modo, propicia-se tanto a colaboração entre os leitores para compreender o texto e o confronto de suas diferentes interpretações, como a leitura pessoal que permite a cada criança interagir livremente com o texto, quer dizer: reler o que mais lhe agradou, saltar o que não lhe interessa, deter-se ou voltar para verificar uma interpretação de que não está seguro… O empréstimo de livros permitirá, além disso, que as crianças possam continuar lendo em sua casa, âmbito que, em alguns casos, pode ser mais apropriado que a sala de aula para essa leitura privada.

4. As situações independentes podem classificar-se em dois subgrupos:


a) Situações ocasionais: em algumas oportunidades, a professora encontra um
texto que considera valioso e o compartilha com as crianças, embora pertença a um
gênero ou trate de um tema que não têm correspondência com as atividades que estão realizando nesse momento; em outras ocasiões, os alunos – ou alguns deles - propõem a leitura de um artigo de jornalístico, um poema ou um conto que os impressionou e cuja leitura a professora também considera interessante. Nesses casos, não teria sentido nem renunciar a ler os textos em questão porque não têm relação com o que se está fazendo, nem “inventar” uma relação inexistente; se sua leitura permite trabalhar sobre algum conteúdo significativo, a organização em uma situação independente estará justificada.

b) Situações de sistematização: estas são consideradas “independentes”
somente no sentido de que não contribuem para cumprir os propósitos apresentados em relação à ação imediata (com as elaborações do produto ao qual aponta um projeto ou com o desejo de “saber como continua” um romance de aventuras que gera suspense e emoção, por exemplo). Em troca, guardam sempre uma relação direta com propósitos didáticos e com os conteúdos que estão sendo trabalhados. Porque permitem justamente sistematizar os conhecimentos lingüísticos construídos através das outras modalidades organizativas. Por exemplo, depois de ter realizado uma seqüência centrada na leitura de fábulas, é possível propor uma situação cujo objetivo é refletir sobre os traços que caracterizam as fábulas e as diferenciam dos contos; depois de ter confrontado certos problemas relacionados à pontuação no âmbito de um projeto de escrita, é possível propor uma situação cujo objetivo é “passar a limpo” os conhecimentos construídos ao resolver esses problemas.

É assim que a articulação de diferentes modalidades organizativas permite desenvolver situações didáticas que têm durações diferentes, que podem ser permanentes ou realizadas no curso de períodos limitados, algumas das quais se sucedem no tempo, enquanto outras se entrecruzam numa mesma etapa do ano letivo. Desse modo, a distribuição do tempo didático – em vez de se confundir com a justaposição de parcelas do objeto que seriam sucessiva e cumulativamente aprendidos pelo sujeito – favorece a apresentação escolar da leitura como uma prática social complexa e a apropriação progressiva dessa prática por parte dos alunos.

O esforço para distribuir os conteúdos no tempo de um modo que permita superar a
fragmentação do conhecimento não se limita ao tratamento da leitura – que tem sido o
eixo deste artigo –, mas sim abarca a totalidade do trabalho didático com a língua escrita.

Em primeiro lugar, leitura e escrita se inter-relacionam permanentemente: ler “para escrever” é imprescindível quando se desenvolvem projetos de produção de textos, já que estes exigem um intenso trabalho de leitura para aprofundar o conhecimento dos conteúdos sobre os quais se está escrevendo e das características do gênero em questão; reciprocamente, no âmbito de muitas das situações didáticas que se propõem, a escrita se constitui num instrumento que está a serviço da leitura, seja porque é necessário tomar notas para lembrar os aspectos fundamentais do que se está lendo, ou porque a compreensão do texto requer que o leitor elabore resumos ou quadros que o ajudem a reestruturar a informação dada pelo texto.

Em segundo lugar, os diferentes gêneros – em vez de serem distribuídos linearmente, fazendo corresponder certos escritos sociais com certas séries específicas – aparecem e reaparecem em diferentes momentos da escolaridade – de e no âmbito de situações diferentes, de tal modo que os alunos possam reutiliza-los e reanalisá-los a partir de novas perspectivas.

Em terceiro lugar, as modalidades de trabalho adotadas durante a alfabetização inicial são basicamente as mesmas que se põem em ação, uma vez que as crianças se apropriaram do sistema alfabético de escrita. Como as situações didáticas que se
apresentam antes e depois de as crianças aprenderam a ler e escrever no sentido
convencional do termo estão orientadas por um mesmo propósito fundamental – criar
condições que favoreçam a formação de leitores autônomos e críticos e de produtores de textos adequados à situação comunicativa que os torna necessário –, o esforço por
reproduzir na escola as condições sociais da leitura e da escrita está sempre presente.

Realmente, desde o início da escolaridade, se lê e se escreve para cumprir propósitos
definidos, centra-se o trabalho nos textos, analisa-se criticamente o lido, discutem-se
diferentes interpretações e se chega a acordos, leva-se em conta o ponto de vista do
destinatário quando se escreve, revisam-se cuidadosamente os escritos produzidos... As atividades devem permitir articular dois objetivos: conseguir que as crianças se apropriem progressivamente da “linguagem que se escreve” – do que esta tem de específico e diferente do oral-conversacional, dos diversos gêneros do escrito, da estrutura e do léxico que são próprios de cada um deles – e que aprendam a ler e escrever por si mesmas.

Em alguns casos, o professor atua como mediador, lendo diferentes textos para as
crianças, ou escrevendo os textos ditados que elas compõem oralmente; em outros casos, as situações de leitura tendem a deparar diretamente as crianças com os textos, para buscar informações que necessitam, para localizar um dado determinado, para buscar indícios que lhes permitam verificar ou rejeitar suas antecipações sobre o que está escrito.

E, do mesmo modo, as situações de escrita apresentam para as crianças desafios de
produzir textos por si mesmas, o que as leva a se concentrar não só na “linguagem que se escreve”, como também em como fazer para escrever, em aprender, cada vez melhor o modo particular como o sistema de escrita representa a linguagem. Quando a situação exige que as crianças leiam ou escrevam diretamente, a atividade pode referir-se a textos completos ou se focalizar em algum fragmento de um texto que foi lido, produzido ou ditado pela professora; pode ser individual ou grupal; pode responder a um propósito imediato do ponto de vista das crianças – por exemplo, fazer cartazes e convites para divulgar a função teatral que se está preparando – ou responder somente a um propósito cujo cumprimento não é imediato, mas é altamente significativo para as crianças nesta etapa: aprender a ler e escrever.

Delineamos uma modalidade alternativa de distribuição do tempo didático, uma
modalidade que responde à necessidade de produzir uma mudança qualitativa na
apresentação escolar da leitura. E que da ênfase as práticas sociais de leitura, o que
possibilita a formação de um ambiente alfabetizador.


Fonte:
LERNER,Delia de Zunino e PIZANI. Alicia Palácios .A aprendizagem da língua escrita na escola. Porto Alegre, Artmed, 1995.
LERNER, D. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. Porto Alegre: Ed. Artmed.2000.